terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Vison of the Seas - Reveillon frustrado

O Vision of the Seas é um dos navios da Royal Caribbean Cruise Line que está no Brasil. Foi inaugurado em 1998, possui 78.491 toneladas e transporta 2.400 passageiros. Minha amiga Marília Ansarah (professora e pesquisadora de turismo) fez o reveillon a bordo com seu marido e NÃO conseguiu ver os fogos de Copacabana, destino prioritário do cruzeiro. Isso é que é frustrar uma experiência. O navio jogou a culpa na Marinha Brasileira, mas não comprovou os fatos. Transcrevo aqui a carta que Marília escreveu especialmente para este blog:


E o sonho não se realizou!

Comprei um cruzeiro pela Royal Caribbean “Reveillon no Vision of the Seas” (de 27/12/2009 a 04/01/2010), cuja atração maior eram os fogos de artifícios na praia de Copacabana, um espetáculo conhecido mundialmente.

O navio chegou a Copacabana às 19h, sendo o segundo navio a lançar âncora, num lugar excelente, com boa visão para a praia. Sem explicação o Vision of the Seas ficou sendo o último da fila e atracou perto dos navios cargueiros, muito longe da praia. Fomos informados que a Marinha Brasileira estava desorganizada para a festa de Copacabana e que o navio havia sido penalizado. Os passageiros não viram os fogos, devido a distância! Houve um descontentamento geral! Estavam no navio turistas estrangeiros (americanos, colombianos, argentinos, venezuelanos...) que vieram ao Brasil especialmente para fazer o Cruzeiro e assistir os fogos em Copacabana.

Foi solicitado uma reunião ao Comandante do navio, Anders Ingebrigtsen, que realizou no dia 01/01 no Teatro e as explicações foram:

- alguns minutos após a ancoragem foi instruído pela Marinha Brasileira a mudar para uma nova posição de ancoragem;

- simplesmente teve que obedecer, pois a decisão dos oficiais da Marinha foi mandatória.

Foi solicitado na reunião, pelos passageiros, uma forma de compensação, pois todos se sentiam lesados. Ficou decidido pelo Comandante que nos daria uma resposta em 24 horas e que entraria em contato com o escritório da Royal Caribbean, em Miami.

Recebemos em nossas cabines a resposta por escrito do Comandante, sem data, mencionando:

Conforme prometido, discutimos a questão de compensação com nosso escritório corporativo. Tivemos a orientação de que, enquanto a Royal Caribbean tem forte histórico para compensação aos hóspedes em circunstâncias sob seu controle, o mesmo não pode ocorrer em circunstâncias além do seu controle. Problemas climáticos, mar agitado, portos bloqueados, legislação local, etc, são exemplos de circunstâncias além do nosso controle. Da mesma forma, a decisão dos oficiais locais foi completamente fora de nosso controle.”

Não há dinheiro suficiente para pagar um sonho não realizado! Comprei um produto que a atração principal não aconteceu. E agora a quem devo me reportar já que o navio tem bandeira do Panamá, escritório da Royal Caribbean em Miami e o navio navegando em águas brasileiras....? O importante é saber a versão da Marinha Brasileira, mas ...o sonho não se realizou! “

Profa. Marilia Ansarah

Obs. De minha parte, já fiz dois cruzeiros com a Royal Caribbean (Caribe e Mediterrâneo) e não tive problemas. Sábado embarco no Splendor of the Seas para uma visita técnica à Argentina. Conto os detalhes depois.

45 comentários:

MARIA JOÃO disse...

Sou Portuguesa e também eu e o meu grupo, composto por 16 pessoas, sentimo-nos completamente frustrados com o fim de ano assistido no “Vision of the Seas”. Após 3 anos a tentar reservar este cruzeiro, que estava sempre completo com uma antecedência incrível, consegui finalmente este ano fazer a reserva, contudo com bastante dificuldade uma vez que as nossas agências em Portugal não comercializam directamente os cruzeiros na costa Brasileira.
Deste modo fomos de propósito para o Brasil só para realizar este cruzeiro que nos possibilitava assistir ao Reveillon, de uma forma "segura" e numa posição privilegiada ao espectáculo de beleza única que é o fogo de artificio em Copacabana.
Para além de ter sido decepcionante as imagens longínquas do fogo, a desorganização estava constantemente patente, inclusivamente no anunciar da meia noite (contagem decrescente) que nem sequer se ouviu, comemorando cada grupo conforme o seu relógio ou na sequência dos festejos vizinhos.
Em termos gerais achei este barco da Royal Caribbean muito fraco e estamos todos muito arrependidos da enorme despesa efectuada para além das imensas horas de avião que fizemos de propósito para apanhar este cruzeiro em Santos ( São Paulo).
Embora nada nos possa compensar o "sonho não realizado" ainda pensei que esta empresa de tão bom nome (?), para além de se lamentar, tivesse uma justificação mais consistente e satisfatória o que infelizmente não aconteceu.

Maria João Miranda

Daniel Capella disse...

Na verdade, o capitão tem toda a razão, estes imprevistos, estão previstos em contrato, e não são de controle da Royal Caribbean. A Marinha brasileira é o orgão soberano nos mares do Brasil, se eles mandaram, independente de o que ou quem for, é necessario obedecer. Sinceramente, acho que a Royal Caribbean não tem nada a responder.

Vladimir disse...

Os detalhes do ocorrido não estão claros e ao que tudo indica a Royal está se apegando a claúsulas de de força maior previstas no contrato do cruzeiro para eveitar eventuais resarcimentos. Na minha opinião não está claro quem errou mas sabemos que os passageiros foram prejudicados. A Royal deveria pagar alguma compenção aos passageiros e eventualmente se achar que a culpa não é sua processar o quem que a prejudicou.

Daniel Capella disse...

A Marinha já disse que não ordenou nada ao comandante, e a Royal por sua vez, disse que há uma "divergência de informações". De qualquer forma acho que a Royal não deve nada aos passageiros. E por coincidência, também vou no Splendour no dia 9.

Marcio disse...

Eu queria comentar aqui a minha indignação com esse cruzeiro da Royal Caribbean, já fiz mais de 15 viagens de navio no Brasil e no exterior e essa foi a pior viagem que já fiz disparado. Além do problema da queima dos fogos, que já saiu na internet uma noticia explicando o que aconteceu http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=13872&idDepartamento=10&idCategoria=0 o serviço e a comida do Navio eram horriveis! Além da comida muito ruim no final da viagem eles serviram comida estragada, no meu grupo de 10 pessoas 4 passaram mal com diarreia ou vomito no domingo ou segunda. No pior dos casos uma amiga nossa teve que desembarcar 1 dia antes em Ilhabela, pois estava passando muito mal e sendo muito mal atendida na enfermaria do Navio e ainda mandaram uma conta de U$2.000,00 por ela ter passado o domingo lá sendo medicada após lhe servirem comida estragada.
Retornando a historia dos fogos de copacabana, você pode ver no site da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) a coordenada que estava programada para todos os navio que estavam na praia e o horario de saida da Praia. O que me chama a atenção é que ele estava programado pra sair de copacabana as 4:00 e eu me lembro que logo depois dos fogos, talvez antes da 1:00 ele já havia saido. Pra que essa pressa toda de sair...
Sugiro a todos que não viagem nessa companhia, o serviço, antendimento, qualidade da comida e desorganização não valem a pena

Clara disse...

Eu e meu marido também estivemos no fracassado reveillon ,como pode se ver abaixo , na resposta da ouvidoria da Capitania dos Portos no Rio de Janeiro que prontamente obtive ,a Capitânia dos Portos promoveu uma reunião no dia 10/12/2009, com os representantes dos navios, na qual foram combinados horários de fundeio e os pontos de forma que todos tivessem posições seguras e próximas ao evento. Conforme declarado pelo Capitão dos Portos, o Comandante do navio não fundeou no ponto combinado, atrapalhando o fundeio de outros navios e os colocando em risco. Após sucessivos alertas e causando atraso no fundeio dos demais navios, foi dada a opção ao comandante de fundear no primeiro ponto determinado ou no alternativo, bem mais distante. A culpa foi realmente do Comandante e/ou sua tripulação. Eis a resposta da Capitania dos Portos:
Para autorizar o fundeio dos oito transatlânticos que ficaram em Copacabana durante a queima de fogos de ano novo, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro promoveu uma reunião no dia 10/12/2009, com os representantes dos navios (Agentes Marítimos, Serviço de Praticagem, SINDARIO- Sindicato dos Agentes Marítimos do Rio de Janeiro e Prefeitura do Rio de Janeiro) antes do evento.
Na reunião foram combinados horários de fundeio e os pontos de forma que todos tivessem posições seguras e próximas ao evento devido a restrição a navegação da área em questão. E, esses pontos foram divulgados na página da internet da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (www.cprj.mar.mil.br/navio.html).
No dia 31, o navio “Vision of the Sea” não fundeou no ponto combinado nas reuniões, fundeando em outra posição não autorizada e a referida posição, além de atrapalhar o fundeio dos outros navios colocava em risco a segurança da navegação devido a área restrita, que é a praia de Copacabana.
Por várias vezes o Comandante foi alertado para suspender e fundear no ponto correto. Mesmo depois de todos os avisos, o Comandante não suspendeu, ocasionando o atraso do fundeio dos demais navios. Depois de muito tempo, o comandante do navio alegou que não se sentia seguro na posição determinada. Para atender ao Comandante, a Capitania dos Portos sugeriu um novo ponto mais afastado e fora do canal de aproximação ao Porto do Rio de Janeiro. Assim, havia opção do Comandante fundear no ponto combinado ou no ponto alternativo mais distante. Portanto, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro ofereceu um ponto alternativo. Logo, a decisão de fundear no ponto mais afastado foi do Comandante do “Vision of the Sea” e não da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro.

Angela disse...

Eu e minha família tbm. participamos desta famigerada viagem! Concordo e confirmo com todas as declarações feitas pelos outros passageiros (inclusive de intoxicação alimentar) sem falar das enormes filas que tinhamos que enfrentar todos os dias para desembarcar, pois somente 2 tender's eram disponibilizados, com a alegação de problemas tecnicos.... (portanto se houvesse um naufrágio, coitados daqueles que estavam no navio!!!)discordo somente daqueles que tentaram diminuir a culpa da Royal! Literalmente FICAMOS A VER NAVIOS!!! Sinto-me lesada pela ROYAL CARIBBEAN!!!

Marcio disse...

Apos servir comida estragada na Viagem de Revellion como comentei anteriormente, eles continuam servindo comida estragada como mostra o link http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/01/07/dezenove+pessoas+tem+suspeita+de+gastroenterite+em+cruzeiro+no+rio+9265638.html
Essa empresa é a pior que eu já vi disparado. No serviço e qualidade. Na carta explicando sobre a parada em Copacabana eles dizem que a Royal tem historico de indenizar os passageiros por problemas causados por algo no controle deles, imagino que a comida estragada tb é algo fora do controle deles.

Daniel Capella disse...

Gastrointerite não tem nada a ver com comida estragada...
Na verdade é um virus. Que é transmitido pela comida, e navio por ter as condições ideais espalha este vírus. Mas não tem nada a ver com comida estragada.

Marcio disse...

Primeiramente você não deve me falar sobre Navio, já fiz mais de 15 viagens na minha vida, varias de 1 mes de duração, então e sei oque é comum de acontecer num Navio ou não, e isso que esta acontecendo nesse Navio não é Normal. Meu pai desembarcou desse Navio na segunda e foi direto pro Hospital e tem todos os exames pra provar que foi intoxicação alimentar/Bacterias. Segundo se isso fosse um virus comum de Navio, porque esse surto só aconteceu nesse dos tantos Navios que estão no Brasi. Você tb precisava avisar a ANVISA que isso é um virus pois eles irão fazer um questionario sobre o que as pessoas comemoram e beberam no Navio e irão coletar amostras de bebida e comida do Navio. Eu estou alertando desde domingo na recepção do Navio e o representante aqui em São Paulo que eles estão servindo comida estragada e eles não tomam nenhuma atitude. Daniel, você é representante ou funcionario da Royal Caribbean, ou vendedor de viagens de Navio?

Daniel Capella disse...

Não, não sou da Royal. E acredite ou não já viajei de navio tanto quanto você, e na minha opinião, a Royal Caribbean é a MELHOR companhia. Agora, gastroenterite, se não sabe é uma infecção, causada por bacterias ou vírus. Pode conferir neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gastroenterite
Ele é da Wikipedia, acredita agora?

Daniel Capella disse...

Além do mais, é comum que isso aconteça, porque bacterias e vírus se espalham pela ar, o navio é um ambiente fechado, as pessoas ficam muito próximas uma das outras. Esta bacteria ou vírus pode ter sido adquirida por alguém fora do navio, que ao voltar contaminou todos a bordo. Não adianta sair culpando a companhia assim. Está é a segunda maior companhia do mundo, dona de 5 marcas diferentes. Eles também construíram o maior navio do mundo. Além do mais, Gastroenterite é comum em navios, o Sinfonia na última temporada teve vários casos, recentemente o Albatros, um navio de uma companhia alemã, a Phoenix Reisen também teve vários casos. Só não coloco links porque estou ocupado agora. Repense um pouco, com certeza uma companhia com mais de 50 navios não serve comida estragada. O que eles estariam querendo com isso?
Processos?

Vladimir disse...

Se a Royal Caribbean é a MELHOR companhia do mundo como diz o senhor Capela creio que eles deveriam dar maior atenção ao cliente brasileiro. Até o momento a Royal está se mantendo em situação defensiva, calada e provavelmente mais interessado na manutenção de seus lucros do efetivamente demonstrar que é uma das melhores empresas do mundo.
Estive neste mesmo cruzeiro no ano anterior (feito pelo Splendour) e com o capitão daquele tudo ocorreu as mil maravilhas.
Ao que tudo indica houve uma falha operacional, a Royal que puna o seu capitão e assuma a responsabilidade.

Daniel Capella disse...

Capella se escreve com dois L. Da parte do capitão realmente ao que tudo indica houve um erro. Mas de qualquer forma a justificativa para este erro era zelar pela segurança. A única coisa em que eu não concordava com você era a comida estragada. Hoje fiquei sabendo mais sobre o caso, 16 passageiros passaram mal, com suspeita de Gartroenterite, numa comunidade onde vivem ou viveram quase 3.000 pessoas, este numero é mínimo, não acha que se servissem comida estragada muito mais gente teria os mesmos sintomas?
E quanto a ANVISA, hoje o navio chegou em Santos, e a ANVISA estava preparando uma pequena vistoria no Vision, e que só acontecerá se forem detectados mais passageiros com estes sintomas. Não sei aonde que viu que iriam i=entrevistar os passageiros e colher amostras da comida...
Amanhã estou embarcando em mais uma viagem pela Royal Caribbean, e como as outras, com certeza será uma ótima viagem!

Marcio disse...

Caro Daniel, segue o link aonde diz que a Anvisa vai vistoria e analisar a comida e bebida do navio. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u676170.shtml
Esse numero não é minimo, pois varias pessoas passam mal ficam enjoadas e vomitando e não reportam pra enfermaria. No meu grupo de 4 pessoas que passaram mal apenas 1 foi se tratada na enfermaria do Navio, 1 ficou na cabine e 2 começaram a passar mal na madrugada antes do desembargue e portanto desembarcar doentes sem informar o Navio. Eu avisei o escritorio da Royal aqui em São Paulo do acontecido e não recebi até agora nenhuma resposta. Tenho certeza que eles não serviram comida estragada ou pararem longe dos fogos de proposito, mas no final foi isso que aconteceu e erros acontecem, mas a reação da Royal em relação aos erros é que tem sido ridicula. Um passageiro que estava organizando uma comissão pra reclamar e fazer um abaixo assinado sobre os fogos de copacabana foi ameaçado de prisão ou de descer do Navio por alegação de Motin pelos oficiais do Navio.
Segue link pra todos saberem. http://royalcaribbeanentramosdegaiato.blogspot.com/2010/01/royal-caribbean-nao-cumpriu-o-contrato.html?showComment=1262976331786_AIe9_BGCqZFNr1tLCgr2pLSkisrV-bqoIwL3u1YAzT-gWgowAA9Ls1JpgiPPsp5nOMDc3Dp_Jq7l6Ush_EEoBtXxVg5f8_CT1r8DykiZmz27HQtzYllrzwIH5ahoy2R7NImogt6GTd9_vPhCT3MtcMbgu4l0UhKbPuQBMCUtLTVHZKpv2lqGGhV2BRaqwk3M9DQjmf_cwwkvep04AKlu3kZSnZO5q47bNYzcuLYiyR5Gd19BHD9h63Xk0C5b86awZI8b8BCbaovh#c1541379154008123781
Essa é a melhor comapania do mundo...

Simone disse...

Daniel, uma pena vc brasileiro não ser solidário aos compatriotas que foram prejudicados seriamente pela 2a maior empresa do ramo no mundo. O fato de ser a maior não justifica o descaso com brasileiros, tratados como clientes de 5a categoria. Estive no navio no Reveillon. Digo a vc que os frios (mortadela, queijos etc) eram recolocados mesmo com aparência rançosa e passada! Comidas de risco de contaminação como frutos do mar pareciam pouco cozidas, quase cruas!
Além disso, há outros problemas de desrespeito como falta de preços dos produtos nos bares (obrigatório enquanto na costa- até 22 quilômetros)!
Desrespeito ao pp contrato que autorizava a entrada de até duas garrafas pessoais de vinho e que foram retidas não se permitindo sequer o pagamento de rolha como constava no contrato expressamente!
Quanto ao espetáculo dos fogos no Reveillon, me desculpe mas era o navio mais caro que mais prometia um reveillon inesquecível, e realmente o foi! Lamentável pois nada vimos além de revolta de todos.
Sua defesa tão combativa à Royal Caribbean contra pessoas honestas lesadas, só nos leva a crer que vc é funcionário, agente ou advogado do ramo, pois ninguém em sã consciência perde tanto tempo contradizendo o sofrimento alheio em prol do lucro de terceiros sem nada receber em troca.
Desculpe mas, está gratuitamente atrapalhando um espaço criado para unir em desabafos sofridos, as pessoas lesadas pela empresa que vc tanto defende! Crie seu pp blog em defesa da Royal.
Grata

maluka555 disse...
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maluka555 disse...

Caros passageiros,

Entendo perfeitamente a frustação de vocês em relação ao ocorrido. Também sou uma profissional do turismo, e o que posso humildemente passar a vocês é que nossas informações sobre as CIAS MARÍTIMAS, que atuam atualmente no Brasil, vão além da aparência e tamanho do navio. É uma briga de gigantes acreditem. Aéreas e hotelaria X CIAS Marítimas ( essa última, umas contra as outras) disputando o mercado brasileiro.

Nesse quesito concordo disparado com meu colega de profissão que colocou a Royal Caribbean como uma das melhores do mundo, com uma bagagem de mais de 50 cruzeiros feitos em diversas CIAS, minha primeira opção é sempre a Royal.
Devemos pois separar algumas coisas.
Quanto aos problemas com alimentação, vale salientar que existe um surto de problemas gastrointestinais que tem atingido algumas cidades de nosso litoral, ainda de origem desconhecida (bactéria, virus, etc..) e que a ANVISA é o órgão responsável por apurar isso. Essa inspeção já foi feita no dia 08/01 e nada de irregular foi encontrado no Vision, mas acho que seria prudente aguardar o laudo final do órgão competente, antes de tomar qualquer atitude com relação a isso.
Quanto ao ocorrido por ocasião do Reveillon, eu realmente imagino a decepção de todos, mas nessa hora precisam de muita cautela, pois os contratos de viagem, tanto de navios, quanto de pacotes terrestres/ aéreos são bem complexos e infelizmente quase nunca a favor do passageiro.
A divergência nesse caso, a meu ver está em algumas questões ainda não respondidads...O Vision parou no lugar errado inicialmente? No caso dessa resposta ser positiva, qual o motivo do capitão para não parar no local determinado? Segurança?
Alguém pegou as coordenadas do navio e checou se ele estava em local errado?
De qualquer forma, o quero passar a vocês é que apenas baseado em Reveillon Frustrado dificilmente conseguirão algo. Precisam estar de posse de todas as informações e documentos, tanto do navio, quanto da marinha, para apurar os responsáveis.
De qualquer forma desejo sorte a vocês, pois processar a Marinha brasileira ou a Royal Caribbean certamente não será uma tarefa fácil!!!
Abraços,
Lucia

Nasispeval disse...

O importante no navio é a higiene. E o que vejo? Mulheres que saem do banheiro sem lavar as mãos. Pessoas entrando no restaurante sem desinfetar as mãos no aparelhinho na porta. Funcionários mexendo em copos pratos e talheres, sem luvas. Pessoas vomitando no restaurante sem que nenhum funcionário acuda com os saquinhos ou leve o passageiro até um banheiro. E por aí vai. De quem será a culpa? Do navio ou do passageiro que não toma cuidado em ter higiene?
Isaura L P Nascimento

Clara disse...
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Clara disse...

Cara maluka555,
Que estamos, diante de poderosos não há dúvidas, mas qualterá sido o motivo da marinha brasileira "implicar" apenas com 1 comandante? Não teria o comandante cometido um engano,incopetência, alcool ou não sei qual outro motivo? A Capitania dos Portos não atua para atrapalhar. Os "melhores do mundo", para continuarem sendo os melhores devem reconhecer as suas falhas e assumir as consequencias.Afinal não houve problema com nenhuma outra embarcação.
A discussão não deve ser entre os passageiros e a Royal Caribbean.O passageiro deve exigir os seus direitos junto à Agencia de Turismo que vendeu o Pacote. A Agencia é quem deve se preocupar para que os fatos se esclareçam , pois pelo Código de Proteção ao consumidor, ela responde solidariamente pela prestação do serviço. Os fatos devem ser esclarecidos, penso que tanto a Capitania quanto a Royal sabem exatamente o que aconteceu de fato.
Clara

Simone disse...

Maluka 555, tenho o seguinte a escrever sobre seu comentário:
1- O contrato pode ser favorável às cias marítimas, mas o Código de defesa do consumidor é favorável ao consumidor!
2- Quanto a provar os erros, no direito do consumidor há a inversão do onus da prova, e por consequencia a prova é da Royal e não do cliente! Nós, temos um direito já provado por ser fato notório: o navio não parou onde deveria e onde prometeu.Não cumpriu o contratado e deve arcar com o ônus
3- O fornecedor do serviço responde ainda que não tenha agido com culpa!!!(cdc)
4- Não prevalecerá a alegação de segurança, uma vez que navios maiores estavam na costa!!!!
5- No Brasil, o consumidor é considerado hipossuficiente e por isso mesmo, tem prerrogativas frente aos "gigantes" deste ramo e de qq outro.

Pessoal, não deixem de lutar por seus direitos! Não há luta justa que não prevaleça!
Um abraço e sorte a todos nós!
Simone Bernoldi

maluka555 disse...

Prezados passageiros,

Fui mal interpretada e por esse motivo escrevo uma consideração final.
Se procurarem em seus contratos, vão ver que não compraram um cruzeiro com direito aos fogos...é só isso!!!!! E que não só a Royal, como todas as CIAS marítimas tem o direito de alterar seus itinerários.
Não acho isso correto, mas é isso que todos nós assinamos em viagens, inclusive eu.
Acho que devem sim procurar seus direitos, porém já tive uma experiência ruim com isso com uma passageira que perdeu uma ação exatamente pelo mesmo motivo, e não foi com a Royal, esse foi o motivo de escrever aqui.
O que fico triste é que tenham uma imagem tão ruim de uma CIA muito boa, por uma experiência desastrosa, não sei por culpa de quem.
Aviões caem e a maioria das vezes por culpa das CIAS e nós continuamos entrando neles, não?
Boa sorte a vocês e espero que consigam o que procuram.

Clara disse...
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Clara disse...

Cara Maluka555,

Atualmente o direito do consumidor não se restrige ao contrato, veja o Art. 37 do Código de Proteção ao consumidor:
“Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
§ 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.”
O pacote tinha como principal a visão da queima de fogos em Copacabana, conforme a promessa de sonho que se pode ver no link http://www.royalcaribbeanbrasil.com.br/institucional.asp do vídeo de propaganda dos cruzeiros da Royal Caribbean no Brasil, no qual é dito: "e a noite de reveillon, vendo a queima de fogos em Copacabana , mais um sonho realizado....". E mais, de acordo com as condições contratuais, ( http://www.royalcaribbeanbrasil.com.br/condicoes.asp), somente por motivos de força maior ou situação fortuita, a fim de garantir a segurança dos hóspedes e tripulação, o navio poderá desviar-se do itinerário proposto, retardar ou avançar a navegação, suprimir ou alterar portos de escala, alterar o tempo de permanência nos portos de escala.Trata-se de circunstâncias que escapam totalmente ao controle da Companhia, ou seja, que não poderiam ter sido previstas ou evitadas, mesmo tendo sido tomadas todas as precauções razoáveis. .... Desde que a referida decisão seja tomada de maneira razoável e conforme as leis internacionais que impliquem em segurança e conforto dos hóspedes, tripulantes e/ou terceiros, a Empresa não terá nenhuma obrigação para com o hóspede.
A Royal terá que provar que houve tais situações, mas para os outros 7 navios não ocorreu nada do acima citado , mesmo os maiores que o Vision of the Seas , não tiveram posições alteradas.

Se a Royal quer continuar a ser tão boa, espero que tenham a dignidade de arcar com as consequencias de suas falhas, e assim reconquistar a confiança dos passageiros do Reveillon.

Exigindo os nossos direitos ajudamos a fazer um mundo melhor.

Marcio disse...

Simone, concordo e corroboro tudo que você disse nos seus últimos 2 comentários. Nunca vi um serviço tão ruim numa viagem de navio ou terrestre. Infelizmente temos “profissionais” do setor de turismo entrando nesse blog e defendendo a companhia e o ocorrido nessa viagem sendo que eles nem foram viajar e portanto não virão o que aconteceu!!! Eu não irei processar a Royal Caribbean mas pretendo avisar a todos os meus conhecidos o que eu passei pra eles não passarem pelo o que eu passei nessa viagem.

Simone disse...

Marcio, acho que vc deveria sim ingressar com uma ação. Pode se utilizar dos Juizados Especiais onde não precisará de um advogado e pode fazer uma petição bem simplificada.
Estou montando a minha, de familiares e algumas pessoas que conheci. Se precisar, posso te mandar algo para facilitar e vc apenas complementa com seus dados.Penso que a Royal deve sim responder pelo ocorrido para não continuar a agir desta forma em águas brasileiras.
Quanto ao comentário da Maluka555 penso que a Royal pode ser uma das maiores cias marítimas, mas no Brasil age com serviços de qualidade inferior.Não me refiro apenas à queima de fogos, mas comida de péssima qualidade, show de natal depois do natal, início de jantar sempre meia hora após o programado, em especial para escala da 22 horas *já bem tardia, não cumprimento do contrato que permitia ingresso de duas garrafas de vinho pessoal para serem tomadas na cabine mas que foram retidas, alegando que não precisariam cumprir o que foi expressamente permitido no contrato, falta e tender para aportarmos nas paradas, falta de preços ao consumidor nos bares com preços altíssimos, maiores que outros navios etc
Assim, não estamos criticando a empresa como regra, mas sua atitude para com os clientes que embarcaram no Brasil.

mabia disse...

PREZADOS COLEGAS DO REVEILLON FRUSTRADO A BORDO DO VISION OF THE SEAS, GOSTARIA DE COMUNICAR A TODOS QUE FOI CRIADO UM BLOG ESPECIALMENTE PARA NÓS NOS COMUNICARMOS E INFELIZMENTE AQUELA LISTA DE ASSINATURAS FEITA DURANTE A REUNIÃO DO TEATRO MASKARED ESTÁ SENDO RETIDA POR ALGUÉM IMPOSSIBILITANDO A DIVULGAÇÃO DO BLOG QUE É O SEGUINTE:http://royalcaribbeanentramosdegaiato.blogspot.com por favor participem do blog para saberem dos fatos já apurados e de processos já encaminhados.

mabia disse...

CAROS COLEGAS, O CÓDIGO DO CONSUMIDOR É CLARO QUANDO DIZ QUE UM SERVIÇO CONTRATADO NÃO PRESTADO COM A DEVIDA COMPETÊNCIA DEVE SER RESSARCIDO AO CONSUMIDOR. A ROYAL CARIBBEAN, NESTE NOSSO CASO, TEM QUE OBEDECER A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PORTANTO, CONFORME CARTA DA PRÓPRIA MARINHA BRASILEIRA, O ERRO DE FUNDEIO NA NOITE DO REVEILLON FOI DO COMANDANTE (VEJAM MAIORES DETALHES NO BLOG).A ROYAL CARIBBEAN TEM ESCRITORIO EM SAO PAULO E JÁ ESTÁ SENDO AUTUADA, POIS O PRAZO PARA RECLAMAÇÕES É DE ATÉ TRINTA DIAS APÓS O CRUZEIRO.

mabia disse...

PARECE QUE O ENDEREÇO DO NOSSO BLOG NÃO FICOU CLARO ENTÃO AÍ VAI NOVAMENTE
http://royalcaribbeanentramosdegaiato.blogspot.com

mabia disse...

PREZADOS COLEGAS SEGUE ABAIXO A RESPOSTA DA MARINHA SOBRE O FATO OCORRIDO, LEIAM:

Prezado Sr Cesar Augusto Mesquita Juaçaba

Para autorizar o fundeio dos oito transatlânticos que ficaram em Copacabana durante a queima de fogos de ano novo, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro promoveu uma reunião no dia 10/12/2009, com os representantes dos navios (Agentes Marítimos, Serviço de Praticagem, SINDARIO- Sindicato dos Agentes Marítimos do Rio de Janeiro e Prefeitura do Rio de Janeiro) antes do evento.
Na reunião foram combinados horários de fundeio e os pontos de forma que todos tivessem posições seguras e próximas ao evento devido a restrição a navegação da área em questão. E, esses pontos foram divulgados na página da internet da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (www.cprj.mar.mil.br/navio.html).
No dia 31, o navio “Vision of the Sea” não fundeou no ponto combinado nas reuniões, fundeando em outra posição não autorizada e a referida posição, além de atrapalhar o fundeio dos outros navios colocava em risco a segurança da navegação devido a área restrita, que é a praia de Copacabana.
Por várias vezes o Comandante foi alertado para suspender e fundear no ponto correto. Mesmo depois de todos os avisos, o Comandante não suspendeu, ocasionando o atraso do fundeio dos demais navios. Depois de muito tempo, o comandante do navio alegou que não se sentia seguro na posição determinada. Para atender ao Comandante, a Capitania dos Portos sugeriu um novo ponto mais afastado e fora do canal de aproximação ao Porto do Rio de Janeiro. Assim, havia opção do Comandante fundear no ponto combinado ou no ponto alternativo mais distante. Portanto, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro ofereceu um ponto alternativo. Logo, a decisão de fundear no ponto mais afastado foi do Comandante do “Vision of the Sea” e não da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro.


Atenciosamente,

NILO MOACYR PENHA RIBEIRO
Capitão-de-Mar-e-Guerra
CAPITÃO DOS PORTOS
8 de janeiro de 2010 06:25

MARIA JOÃO disse...

Mabia, sou portuguesa e estou a tentar recolher toda a informação possível para enviar para a Deco portuguesa para que eles me informem do que devo fazer e me ajudem a obter algum ressarcimento em relação à frustação, desilusão e despesa que tive com este cruzeiro. No seu comentário anterior referiu "...A ROYAL CARIBBEAN, NESTE NOSSO CASO, TEM QUE OBEDECER A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PORTANTO, CONFORME CARTA DA PRÓPRIA MARINHA BRASILEIRA, O ERRO DE FUNDEIO NA NOITE DO REVEILLON FOI DO COMANDANTE..." Seria possivel dizer-me quem tem esta carta, se é possível digitalizá-la e enviar para o meu mail? Obrigado. O meu mail é: arq.mjm@gmail.com

XAXIXÔ CRITICA GASTRONÔMICA CAMPINAS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
mabia disse...

PREZADOS COLEGAS E OUTROS.

ESTA DECLARAÇÃO DA MARINHA AFIRMANDO A TOTAL RESPONSABILIDADE DO COMANDANTE DO NAVIO PELA POSIÇÃO DESTE ÚLTIMO NA PRAIA DE COPACABANA NA NOITE DE REVEILLON JUNTAMENTE COM AQUELA CARTA QUE RECEBEMOS NO NAVIO ONDE O COMANDANTE FAZ UMA "CONFISSÃO DE CULPA" SÃO DOCUMENTOS IMPORTANTES NO NOSSO PROCESSO.

mabia disse...

PREZADA MARIA JOÃO, A MARINHA BRASILEIRA RESPONDEU PARA UM DOS PASSAGEIROS POR EMAIL, PORÉM VOCÊ PODE SOLICITAR TAMBÉM VIA EMAIL DIRETAMENTE NO SITE DA MARINHA QUE ESTÁ NESTE EMAIL DE RESPOSTA PARA O SR CÉSAR. PORÉM VOU ENVIAR-LHE POR EMAIL.
ABRAÇO,
MÁBIA

vera disse...

Pessoal, eu e minha irmã Também estivemos neste cruzeiro e nos sentimos frustadas com a visão dos fogos do mar, pois em terra já haviamos visto e é maravilhoso.
Mabia, por favor é possivel enviar-me a correspondencia do sr Nilo da capitania dos portos, pois gostaria de levar ao procom este caso. agradeço desde já Vera - verarg@ig.com.br

MAURI ALVES disse...

Pessoal. Estive neste cruzeiro com minha esposa e filha. Realmente foi frustrante. Nem ouvir o barulho dos fogos conseguimos (imagine ver uma corrida de Fórmula 1 sem som) e após 3 minutos a nuvem de fumaça impossibilitou qualquer visão dos fogos, exceto pela Globo. Além de tudo, após várias horas plantado no banheiro e diversos vômitos, gastei US$ 850,00 de serviços médicos (no navio) para tratar uma infecção intestinal adquirida em alimentos fornecidos na própria embarcação. Outros 19 passageiros tiveram o mesmo problema no cruzeiro que partiu no dia 04. Estou estudando a viabilidade de propositura de uma ação e acho que todos que se sentirem prejudicados devem fazer o mesmo.

Danielle disse...
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joao disse...

Olá pessoal, ontem 29/01/2010 foi distribuida minha ação e de mais uma passageira no Juizado Especial em Florianópolis contra B2W Viagens(Americanas.com) e Royal Caribbean, assim que receber de meus Advogados o número do processo, estarei postando aqui para que todos possam acompanhar o andamento processual via internet. Na quinta feira recebi uma ligação da Americanas.com pedindo minha avaliação sobre o transfer e aproveitei para falar de nossa viagem e passei o blog para acessarem. Quanto ao transfer, a volta para congonhas foi de micro-ônibus sem banheiro e como eu estava com criança, não aprovei, e creio que por lei o transporte inter-municipal deva ser provido de banheiro.

AFDAVID disse...

Aos colegas de viagem.

Tomei a viagem do Splendor of The Seas de 26/12 a 2/1/2011.
A experiência foi igualmente frustrante.

i) Embarque.
Tumultuado, confuso, bagunçado. De parte da Cia de Docas, falta de sinalização generalizada, estacionamento, pessoal e falta de estrutura para embarcar sete cruzeiros ao mesmo tempo. (e a tal da copa vem ai...)
De parte da Royal, colocaram apenas 14 pessoas para fazer check in de 2000 pessoas. E ainda por cima retiveram os passaportes de todos sem maiores explicações (dois dias depois circularam no navio um informativo aludindo a supostas normas internacionais que não souberam apontar quais seriam...)
Deixamos nossas malas em uma verdadeira "feira", sem nenhum comprovante de entrega, e rezamos para vê-las no quarto a bordo.
Algumas pessoas que sairam do Rio de Janeiro relataram problemas no transfer do aeroporto, e que ficaram praticamente 11 horas desde a saida de casa até o efetivo embarque.
De parte da Polícia Federal... nada. Absolutamente nada. nenhum policial ou oficial de imigração ou fiscalização para o cruzeiro internacional.
Houve desrespeito generalizado a lei da preferência (grávidas, crianças de colo e senhores de idade na mesma fila dos demais) até que a polícia (civil) foi chamada. Depois, todos estes formaram uma fila preferncial única, e levaram mais tempo de embarque que todos os demais...

AFDAVID disse...
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AFDAVID disse...
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AFDAVID disse...
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AFDAVID disse...
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AFDAVID disse...

ii) Recepção no navio.
Solicitaram um documento de de identificação para embarcar no navio... logo depois de terem retido o passaporte. Foi hilário.
Embarquei provando minha identidade com um cartão de crédito que, claro, não tem nenhuma foto... Segurança impecável.
A bordo, ninguém, absolutamente ninguém para identificar onde era o quarto. E a recepção do navio e demais "escritórios" todos fechados.
Após algum tempo e andando pelo navio achamos o quarto e o restaurante... lotadíssimo e sem mesas para sentar.
Saimos, claro, atrasados do porto.

iii) Viajando.

O Brasil tomou um baile de infra-estrutura em Buenos Aires e em Monte Video. Porto de rápido desembarque e embarque, embora claro, a Royal tornasse tudo mais complicado.
As pessoas que tomaram as escursões reclamaram muito de atrasos superiores a 2 horas.
Sugestão. Esqueça os tours a bordo e prefira descer e explorar as cidades de táxi.

Funcionários do Restanrante principal e camareiros amáveis e eficientes. Mas sem glamour que se esperaria.

Restaurante WindJammer (buffet) constantemente sujo. A falta de limpeza das mesas era lamentável, e o restaurante claramente não suportava o volume de passageiros.
Comida boa, sobremesas insosas.

A falta de informação é uma constante. Nunca ninguém sabe que hora vamos sair, que hora vamos chegar, o que pode ou não pode e o que deve ser feito para descer e voltar ao navio.
Você simplesmente não vê seu passaporte a viagem inteira, e se não levar dois documentos não consegue usar cartão de crédito nas cidades visitadas (e claro, ninguém avisa isto antes...)

Shows. São bons. Não eram o que eu esperaria e nem do meu gosto pessoal, mas bem feitos e bem ensaiados. Vale a pena assistir.
Mas... claro, a Royal complica tudo. 10 minutos antes do show sempre aparece um funcionário para reservar os melhores assentos para os usuários Diamond e dos melhores quartos... Só falta tirar você do lugar a força.
O salão de teatro alagou e o carpete ficou com cheiro de umidade por todos os dias finais da viagem.
A sessão de cinema programada para o quarto dia da viagem atrasou 45 minutos pois a pilha do controle do projetor acabou...(não é piada, é sério).

iv) Desembarque

Desembarquei hoje. Ainda estou organizando minhas idéias para mandar uma notificação a Agência de Viagens e a Royal.
O desembarque foi atrasado em uma hora e meia. Novamente, colocaram a culpa nas autoridades brasileiras (até acredito que parte seja delas mesmo), mas...
Como chovia, e não havia terminal adequado, desembarcamos na chuva mesmo. A Royal não forneceu nem guarda chuva até o ônibus (vi o desembarque da CVC que, ao menos, isso oferecia).
As malas foram colocadas todas em um salão sem qualquer controle de identificação. Mais ou menos em um buffet, qualquer pega a sua... ou não.
Diversos funcionários do cruzeiro desembarcaram na primeira leva de passageiros tomando lugares no ônibus, e ainda por cima foram rudes!
Aliás, passando do funcionários de segurança do navio, NINGUÉM absolutamente NINGÚEM da Royal era visto em lugar nenhum. Sumiram.

Em resumo.
A viagem tem coisas boas, reconheço, mas o stress em cada embarque, desembarque e refeições torna a viagem desagradável.
Se viajarei de novo? Sim.
De navio?
NUNCA MAIS>

Abraços.

AFD