sábado, 13 de setembro de 2014

Douglas da Silva Ribeiro (1993 – 2014)




                                                                                                                       Texto e fotos: Luiz Gonzaga Godoi Trigo, 2014

As histórias e suas versões

Toda história possui várias versões e interpretações. Depende da pessoa, do lugar, do tempo e de outros fatores. Esta é a minha versão da história do Douglas da Silva Ribeiro, nosso aluno de Lazer e Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. 

Ela inclui fragmentos da parte final de sua vida e da agonia inconsciente na Medical Intensive Care Unity, no quarto andar do Mobile Infirmary, o melhor hospital regional de Mobile Bay, capital do estado do Alabama, Estados Unidos. Estivemos juntos em Mobile de sábado (6 de setembro de 2014) até quarta-feira (10 de setembro de 2014). Ele morreu na sexta-feira, 12 de setembro de 2014. Não nos falamos em nenhum momento, pois quando cheguei à cidade, por volta das 23h00 do dia 6 de setembro, ele já estava internado. Mas acompanhei sua agonia por todos esses dias. Meu amigo, Ricardo Uvinha, ficou até seu falecimento. Sua mãe e uma amiga chegaram do Brasil horas antes de ele partir, após uma semana tensa e difícil. Mas vamos a seus últimos dias. 

Douglas foi levado ao hospital na noite de sábado, 6 de setembro de 2014. Um dia antes, decolara de São Paulo, com a United Airlines, em sua segunda viagem internacional. Com apenas 20 anos (nasceu em novembro de 1993), Douglas realizava o sonho de construir lenta e solidamente uma carreira acadêmica pesquisando as relações entre o turismo e as questões sociais. Sua pesquisa sobre a percepção do turismo pelos habitantes das comunidades de Paraisópolis e de Heliópolis, localizadas na periferia de São Paulo, foi apresentada em várias escolas de São Paulo. Depois em Potsdam, Alemanha (no primeiro semestre de 2014) e seria apresentada em Mobile. No próximo outubro, ele iria a Portugal, em sua terceira viagem internacional do ano. É um respeitável acervo acadêmico a ser inserido no Currículo Lattes e uma série de edificantes experiências a serem vivenciadas por um jovem ainda na fase da graduação universitária. 

Magro, alto, leitor assíduo, participante interessado nas atividades acadêmicas, de família humilde, muito correto, amável e respeitoso, Douglas conquistava as pessoas pela simplicidade e clareza de princípios e ideais. Conversei com ele quando voltou da Alemanha e fui um dos professores a dar ideias de como ele poderia desenvolver suas pesquisas,  seu sonhos, sua curiosidade perante a vida e o mundo.  


O congresso

Enhancing the Human Condition foi o tema geral do congresso da World Leisure Organization (WLO), realizado entre 7 e 12 de setembro em Mobile Bay ou simplesmente, Mobile, no amplo e recente Centro de Convenções da cidade. 

A condição humana é um tema caro aos filósofos e literatos. Hannah Arendt e André Malraux escreveram livros com esse título. Muitos outros autores, artistas, músicos e pessoas comuns refletem e admiram as facetas de nossa condição, que se estende pela multiplicidade existencial, paradoxal, fantástica e contraditória de homens e mulheres, pela vida e pela morte. Por vias transversas e paradoxais, a condição humana de Douglas foi enaltecida ao longo do evento. Sua ausência física tornou-se uma presença que ganhou corpo na mente e no coração das pessoas, além de povoar o espaço digital de seus amigos, familiares e admiradores. 

Cada dia do congresso teve um subtema específico: “Saúde e bem estar”; “Desenvolvimento econômico”; “Questões ambientais”; “Tecnologias emergentes nos campi norte-americanos”;  “Artes, cultura, esportes e recreação” e “Construindo uma cidade sustentável”. 

O programa do congresso, ao longo de suas 88 páginas, apresenta os 35 conferencistas, os 10 palestrantes convidados e as centenas de apresentações e  pôsteres. A apresentação de Douglas seria feita na tarde de quinta-feira, 11 de setembro de 2014. Seu subtema foi Artes, cultura, esportes e recreação, na sessão 9,  ABS228: Private Projects – Contributions to Guarantee the Right of Access to Leisure Through Social Business and Social Entrepreneurship. Author: D. Silva Ribeiro. Track: Access and Inclusion, página 68. 

Acesso e inclusão. Douglas era um dos exemplos de como a escola pública e programas acadêmicos meritocráticos, aliados a auxílios financeiros públicos ou privados, podem desenvolver habilidades, talentos e capacidades nas pessoas que possuem uma visão, um sonho, têm recursos intelectuais e o caráter, mas não necessariamente os recursos materiais suficientes para decolar rumo à carreira desejada ou implementar projetos. 

Ele foi à Alemanha e aos Estados Unidos porque aprendeu inglês (e ainda o aperfeiçoava), entrou em uma universidade pública, fez amigos entre os colegas e professores, mostrou ser capaz de alavancar suas ideias e de trabalhar em equipe. 

Para viabilizar sua primeira viagem à Alemanha, foi organizada uma coleta virtual. Não devo dizer os nomes, porque todos me pediram anonimato, mas foram pessoas com muita sensibilidade e articulação profissional que bancaram a ideia, e assim Douglas descobriu a Europa. Para ele viajar era necessário o mérito, pois seus trabalhos precisavam ser submetidos e aceitos pelo congresso para que ele pleiteasse o apoio financeiro. Mas isso ele fazia bem, pois estudava seriamente e sabia organizar seus textos e pesquisas. Reconhecido, ele agradecia à sociedade (nos chamava assim pelo Facebook) e se divertia com suas novas possiblidades intelectuais e existenciais, que descobria a cada conversa, leitura, viagem...
                      

Sábado fatal

Ricardo Uvinha, meu amigo e colega da EACH-USP, é o único brasileiro no board  da WLO, atuando como o vice-presidente. É homem de confiança do presidente, o canadense Roger Coles. Christopher R. Edginton (EUA) é o secretário-geral e Andrew Willians (Reino Unido), o tesoureiro. Uma equipe de 16 membros de vários países compõe o conselho da entidade. 

Fui um dos conferencistas, convidado para falar sobre América Latina e Brasil, e abordei o cenário geral de suas culturas, lazer, turismo e entretenimento. 

Douglas e eu embarcamos para os EUA em São Paulo, na sexta-feira à noite, mas não nos encontramos no aeroporto, pois ele voou com a United e eu com a U. S. Airways. Uvinha já estava nos Estados Unidos para participar de reuniões preliminares.

O voo de Douglas saiu no horário, e ele pegou sua conexão (em Dallas) para Mobile no horário, chegando no início da tarde. Meu voo atrasou consideravelmente em São Paulo e perdi a conexão. Aterrissei às 10h00, em Charlotte e o outro voo saíra às 09h39. Como era sábado, só haveria outro voo às 20h30. Foi um longo dia no aeroporto, como relatei no blog (post anterior). Comuniquei-me com ele pela internet e pedi que avisasse ao pessoal local meu atraso. Ele comentou, brincando, que faria um comitê de recepção para mim. 

Meu voo atrasou ainda mais. Só às 21h20 fomos para o CRJ200, um jato médio (50 lugares) da Bombardier. Na pista, perguntei da minha mala, despachada desde cedo. O funcionário disse haver uma mala perdida, proveniente de São Paulo, que devia ser a minha. Tomamos nossos assentos, e o comandante avisou que uma forte tempestade se descolava nos arredores de Mobile, se chegasse à cidade voltaríamos para Charlotte. Cansado, suado, chateado pela mala, fiquei tenso com a possiblidade de voltar àquele aeroporto onde passara doze horas. É um aeroporto amplo, mas doze horas cansam bastante. O jatinho subiu em direção ao céu escuro. Havia mais gente a bordo indo ao congresso, mas alguns lugares ficaram vazios. Esperei as turbulências que nunca vieram. Às 23h00, pousamos suavemente no pequeno aeroporto de Mobile. Éramos o último voo. No setor de bagagem, estava minha mala, mas em esteira diferente da indicada para meu voo. Nem quis saber o que houve. Peguei um táxi com um canadense que ia para o congresso e fomos para a cidade. Ele estava em outro hotel e eu no hotel principal do congresso, o Battle House Renaissance

O professor Ricardo Uvinha me ligou ao chegar ao hotel e ainda bebemos uma cerveja no bar da esquina, onde tocavam um rock bem doméstico e old fashion. Como no domingo eu estaria só, pois Uvinha teria reunião do board, antes de dormir (pela uma da manhã) mandei uma mensagem pelo Facebook ao Douglas, convidando-o para almoçarmos no domingo. Ele nunca respondeu. Sequer leu a mensagem. 

Como ele postara fotos de seu primeiro passeio e comentado de novas amizades, pensei que estava enturmado e fui andar pela área. Acabei indo à missa na bela catedral católica da cidade. 

À tarde, pelas 15h30, Uvinha me ligou dizendo que estava no hospital e que Douglas se afogara na noite anterior. Foi um choque devastador. Ele voltou ao hotel e conversamos a respeito. Os informes médicos (orais) já relatavam que os danos cerebrais eram extensos e irreversíveis, pois ele ficara muito tempo (cerca de cinco a seis minutos?) submerso. Segundo eles, outros órgãos também estavam comprometidos devido à falta de oxigênio e ele ficaria acoplado a equipamentos de manutenção da vida, totalmente inconsciente.


O drama

Douglas viajou de maneira independente, sem apoio formal da USP. Isso é comum, pois vários alunos ou docentes são convidados para participar de eventos no Brasil ou no exterior. Eu também viajei sem apoio da USP, pois fui convidado pela organização do congresso. Claro que as saídas internacionais dos docentes dependem de autorização e de afastamento oficial, algo que sempre providenciamos com antecedência. No caso dos alunos não há necessidade de qualquer autorização prévia, mas claro que eles nos avisam de suas viagens. Evidentemente, mesmo que Douglas estivesse por sua conta, tinha todo o nosso apoio pois estávamos no mesmo congresso.

A pessoa que Douglas conheceu ao chegar ao aeroporto foi a voluntária Ester de Aguiar, uma senhora brasileira que mora há bastante tempo nos EUA e acabou sendo fundamental na história toda. Ela o viu sozinho, no aeroporto, tinha espaço no seu carro e deu-lhe uma carona ate o hotel Quality Inn, onde tinha reserva. Deu-lhe as informações gerais sobre a cidade, conversaram muito e ela o levou para jantar em um restaurante indiano,  fato que Douglas comentou entusiasmado no Facebook.

Depois ela o deixou novamente no hotel e, a partir desse momento, só há fragmentos de informações, ou suposições do que aconteceu. Ele teria aproveitado a noite quente de final de verão para ir à piscina, situada em uma área em frente ao seu apartamento, o de número 118, no andar térreo. Como muitos hotéis e motéis dos EUA, a piscina é cercada por grades baixas, com um portão que qualquer um abre, sem vigilância eletrônica ou guarda-vidas, com as usuais placas de proibições (comer, beber, fazer bagunça etc.) e determinação do horário de uso. E muitas piscinas são fundas. Essa, por exemplo, tem oito pés de profundidade (2,5 metros). Como Douglas, segundo informações indiretas, não sabia nadar muito bem, teria ido à parte funda da piscina e se afogado.

A professora Suzy Ross, da San Jose State University, na California, e alguns participantes do congresso (estudantes) que estavam hospedados foram os primeiros a socorrê-lo, mas não imediatamente. Suzy fez os procedimentos emergenciais e logo depois chegou a ambulância que o levou ao hospital. A polícia local também chegou e pegou o depoimento de todas as testemunhas presentes. Por volta das duas horas da manhã, a polícia levou todos os pertences do Douglas (uma mala e uma mochila) para sua sede administrativa, onde ficaram sob guarda das autoridades.

Um detalhe importante: as análises clínicas feitas no hospital revelaram que não havia marcas de violência no corpo e nem traços de álcool ou drogas em seu sangue. Nada de se espantar para quem o conhecia, mas isso é importante para as autoridades e para sua memória.

Como o dia seguinte era domingo, os policiais provavelmente demoraram a encontrar os documentos que mostravam que aquele jovem brasileiro estava em um congresso naquela semana, na cidade. Ao constatar o fato, contataram o Centro de Convenções que, por sua vez, contatou a organização do congresso, que estava justamente em reunião no local. Foi assim que Uvinha recebeu a notícia, mas apenas no início da tarde, e imediatamente foi levado ao hospital e depois me ligou.

No final da tarde, no hotel, organizamos os primeiros procedimentos (contatar sua família no Brasil, avisar a direção da EACH – USP, contatar nossos colegas professores etc.). Então redigimos a  primeira nota publicada no Facebook, no início da noite de domingo, 7 de setembro de 2014:

"Caros familiares e amigos do querido Douglas Ribeiro; colegas e docentes da EACH-USP,

Recebemos a informação de que ontem à noite (sábado), por volta das 21h00, o Douglas teve um acidente na piscina do seu hotel em Mobile, Alabama, EUA. Foi levado para o hospital Mobile Infirmary, onde se encontra internado na UTI em coma profundo. 

Ele veio participar do congresso da World Leisure Organization, onde tinha trabalho aprovado. Viajava independente e estava só no momento do acidente. Soubemos do ocorrido apenas hoje à tarde, pelas autoridades, pois estamos hospedados em outro hotel.  

Assim que soubemos do ocorrido, contatamos a família por telefone e e-mail. Temos total apoio das autoridades locais, bem como dos membros da organização do congresso e da equipe operacional.
Acompanhamos o caso de perto e aguardamos outras notícias. Pedimos que torçam – e rezem – pela sua recuperação.

Ricardo Uvinha
Luiz Trigo"

A partir daí, foram os dias de agonia e suspense, enquanto seu quadro clínico piorava constantemente, mas os médicos não podiam dar certeza de nada. Douglas nunca recuperou a consciência. Claro que não podíamos adiantar qualquer tipo de cenário médico sobre o caso, apenas ajudar nos procedimentos e manter informações sobre o estado de saúde do Douglas, baseados nas declarações médicas.


Solidariedade

Foram dias de agonia, mitigados imensamente pelo inestimável apoio que a organização do congresso e a comunidade local nos deram em todos os momentos. Jim Ellis, um professor aposentado e voluntário no congresso, ficou direto conosco. O casal Maria Estela I. Dorn e Weems C. Dorn Junior (também voluntários) foi de grande valia em vários contatos e também nos acompanhou ao hospital, à delegacia e em outras movimentações pela cidade.  O professor Richard L. Hayes, da University of South Alabama, esteve à frente da comunidade local que nos amparou. A detetive Sylvia B. Naman e o sargento John Angle, da polícia local, nos receberam na delegacia para permitir que pegássemos uma cópia do seguro, do passaporte e outros documentos do Douglas. Esses documentos eram fundamentais para contatarmos o seguro e informarmos as autoridades brasileiras e norte-americanas com os números do passaporte e do visto americano. 

Na delegacia, analisando os papéis, vi a reserva da TAP para a viagem a Portugal e uns quatro ou cinco livros, pois ele sempre estava lendo algo. Como foi triste ver uma vida planejada se esvaindo, aos poucos, em uma UTI estrangeira.

O hospital é excelente e sua equipe demonstrou uma humanidade relevante. Todas as vezes que lá fomos, entramos imediatamente na UTI do quarto andar (denominada MICU – Medical Intensive Care Unity) e sempre algum médico vinha falar conosco. Uvinha e eu nos identificamos como professores do Douglas e fomos tratados como seus familiares.

Por outro lado, no Brasil, uma imensa teia de solidariedade foi articulada pela administração da EACH-USP (e da própria USP central), por professores e alunos de todos os cursos,   familiares, pessoas da comunidade onde Douglas residia e da Igreja da qual participava. Na terça-feira, encontramos o pastor Roberto Luis Boselli, um arquiteto que vive há dez anos em Orlando (Flórida), pertence à mesma igreja do Douglas e família e pegou um avião só para ver como estava o rapaz que ele viu apenas uma vez na vida em uma viagem a São Paulo. Jantamos e conversamos muito sobre tudo o que aconteceu. 

Na quarta-feira, tive que vir a New York onde tinha outros compromissos. Roberto voou comigo até Charlotte, onde nos separamos para nossos respectivos voos. Uvinha ficou em Mobile, esperando a chegada da mãe do Douglas, a Sra. Luciane, e de sua amiga, a Sra. Rita. Sua mãe chegou sexta-feira, horas antes dele falecer. Morreu assistido por sua mãe, pelo professor Uvinha e por seus novos amigos da comunidade de Mobile. A vinda de sua mãe e acompanhante aconteceu graças à mobilização da comunidade em São Paulo. 

No Brasil, sua história foi pauta de várias matérias em jornais e na televisão, além de ser o centro de orações e votos de recuperação por parte de milhares de pessoas. Gente que nem conheço me contatou pelo Facebook, desejando a recuperação de nosso aluno. 

Foi uma das semanas mais tristes que vivi. Não comentarei mais sobre isso, a não ser que me orgulho de ter sido professor do Douglas Ribeiro.

Deixo aqui o agradecimento e o reconhecimento a todos e todas que nos deram o apoio. Vários nomes não foram citados por falha de minha memória ou pela pressa em escrever esse testemunho, mas deixo claro o meu agradecimento por todas as pessoas envolvidas, desde Mobile até São Paulo e outras comunidades articuladas nessa solidariedade internacional.  

Abaixo, algumas fotos que ilustram, um pouco, os lugares dos últimos dias de nosso querido Douglas da Silva Ribeiro (*1993 - +2014).

 



A cidade de Mobile é pequena, possui poucos prédios e cerca de 400 mil habitantes espalhado em uma grande área.


O totem de boas vindas ao congresso da WLO, no aeroporto regional de Mobile.


O totem de atividades do primeiro dia (segunda-feira, 8 de setembro) no saguão do Centro de Convenções.


Corredor do saguão do Centro de Convenções de Mobile.


O Quality Inn Downtown Historical Dsctrict em Mobile, Alabama. A piscina fica no centro do edifício.

Site do hitel: http://www.qualityinn.com/hotel-mobile-alabama-AL045



É um hotel simples. Como na maioria dos hotéis norte-americanos, a piscina é um equipamento considerado opcional e com utilização sob responsabilidade exclusiva dos hóspedes, conforme mostram as regras de utilização.


A parte mais funda tem oito pés (2,5 metros de profundidade) e está demarcada...


... assim como as outras áreas mais rasas da piscina.


Uma simples corda estendida separa parte mais rasa da parte mais funda.



Uma grade baixa isola a piscina, de uso exclusivo dos hóspedes.


O quarto do Douglas, interditado pela polícia após o acidente, mas sem nenhum aviso ou restrição. Tirei a foto do lado de fora, pois a entrada fica terminantemente proibida.


A Catedral Basílica da Imaculada Conceição, principal templo católico de Mobile onde, no domingo, 14 de setembro, às 10h30, foi celebrada uma missa pela comunidade local em memória do Douglas Ribeiro. Outros serviços foram realizados em igrejas evangélicas.