segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Jose Américo de Godoy Netto - 95 anos

Domingo teve festa em São Paulo. Na minha família há dois aniversários em 7 de setembro: uma prima, Carla, que fez 44 anos e meu tio, José Godoy, que fez 95 aninhos. Aqui está ele, o patriarca da família. Bem humorado, lúcido, com a dose certa de cinismo e astúcia que caracterizam a velha guarda dos Godoy e que alguns herdaram. Genes. Cultura. História.




Aqui está ele e sua terceira esposa (Leo). O tio enviuvou duas vezes, mas não desiste. Do outro lado seu irmão do meio, meu tio Juvenal, 87 aninhos. Minha mãe era a irmã mais nova, teria 74 anos. Quando minha mãe morreu esses tios terminaram de me criar. E muito bem criado.


Veio gente que eu não via a anos. terezinha, grande amiga da Zulma, segunda esposa do meu tio, minha prima Mara (filha do Godoy) e Alzira, uma da sobrinhas da Zulma, com seu filho.


O Marcos é filho da Leo. Com a família.




Não é uma simples questão de sangue. São os genes e a cultura. Os sentimentos, as nuances, a história em comum ou imaginada, os significados, a cumplicidade. A festa. As risadas. Mara e Alexandra são exemplo disso.



Aí está a parte nova da família. Eu sou o mais novo da segunda geração e essa molecada é a terceira geração (a partir dos patriarcas). Adriana, Max e Alexandra.


Iara e Mara são as flhas do José Godoy. Amilton é um dos meus três primos, filhos do Juvenal: Amauri, Amilton e Amilcar.



Glória e Graça. Primas agregadas por parte dos primos.


Jorn é casado com a Mara. Alemão, viveu na Argentina, divertido, de bem com a vida e companheirão de festas e risadas. Incorpora o melhor de Nietzsche e Sartre. Feliz da vida com a Leo.



Meu tio Juvenal. Esteve doente no início do ano mas recuperou-se em grande estilo. Sério, absorto em seus pensamentos, teimoso como todos nós, mantém o apetite e o prazer de curtir a família, sem muitas palavras, mas olhando o estranho mundo que o cerca.



Adriana com os tios. Vários primos não vieram. Tem gente na Austrália, Argentina e Reino Unido. Global family.



O patriarca sorvendo licor naquelas brincadeiras típicas de churrascaria. Com quase um século, ainda bebe (se deixarem) como um Opala 4.100 zero bala.



Primos e primas

Amilton, Mara e Iara. O mais velho, Amauri, não foi porque sua esposa, Graça, estava indisposta.



Parte da família reuniuda. Amilcar é o de barba branca, o segundo mais novo dessa geração (o mais novinho sou eu).





Os patriarcas e eu. No meio de uma história divertida e plena de sentidos labirínticos. Faltou meu pai, que mora em Curitiba.

182 anos de vida. And counting...


Aqui já dá mais de um século...


A família ri. Em aniversários, casamentos, até nos bastidores dos funerais. Max, Glória e Amilcar.

Em 2009 tem mais. Muito mais.

5 comentários:

Maria das Graças Venancio disse...

Pois é....não pude mesmo comparecer por indicação médica,e estava meia ainda "zonza" indisposta mesmo!Fiquei triste pq o Amauri não quis ir,é uma pena,mas,ele é meu braço direito,esquerdo,e o corpo todo se precisar ele me dá...companheiro mesmo!Mas,não falatrá oportunidades de nos ver e quem sabe em breve,né?A festa pelo jeito estava ótima e animada,como sempre a boa conversa,parentes sem tempo para um bate papo informal,mas....coisas da vida moderna,e agitada.
Meu querido "primo" continue postando novidades e noticias!
Bjs
Gracinha e Amauri

Andréa disse...

Adorei a saga da família!!

Beijos,
Andréa

Sanmya Beatriz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sanmya Beatriz disse...

Rapaz de família!
Amei conhecer as pessoas que foram também além de seus pais os responsavéis pela pessoa maravilhosa que voce é.
Te admiro sempre.
Do seu Biscoito Recheado.

Atanácia disse...

não sei bem como começar, tão emocionada me encontro. Você não me conhece. Talvez fique surpreso com meu post. Mas espero que leia até o final.
Há alguns anos atrás tive a honra de trabalhar com essa pessoa maravilhosa, encantadora que é o Sr. Godoy, José Américo de Godoy Neto. Nunca o esqueci. Durante os 4 anos que trabalhamos juntos, aprendi muito com suas histórias, experiências de vida. Ele, junto com Dona Zulma, foram meus padrinhos de casamento. Por esses acasos da vida, perdi o contato com ele, mas nunca deixei de lembrar-me dele todo 07 de setembro. Na virada do século, foi a primeira pessoa que me veio á cabeça, pois ele sempre me dizia que era seu grande desejo estar vivo para ver. Todas as vezes que ouço a música Fascinação, é dele que lembro. Ela tinha, um significado especial para ele. lembro que ele possuía uma caixinha de música e vez ou outra pegavá-o ouvindo.
Hoje lembrei dele novamente. Mais uma vez decidi buscá-lo e, qual não foi minha surpresa, FELICIDADE, encontrá-lo aqui em seu blog.
Por gentileza, transmita a ele meu recado: Nunca esqueci as lições de vida por ele transmitidas. Lembro-me de muitas de suas histórias e uso-as em muitas ocasiões. Tenho um imenso carinho e gratidão por ele. Beijo afetuoso.
Atanácia Schezaro
11 9393-7441
Grata pela felicidade que você me proporcionou.