quarta-feira, 7 de julho de 2010

Chapada Diamantina, Lençois - Bahia

Final de semestre e início de férias. Nada como algo relaxante, bonito e descolado. Chegamos em Salvador dia 1º de julho, alugamos um carro ...

... e dirigimos quase 500 quilômetros Bahia adentro até a cidade de Lençóis, um dos polos da Chapada Diamantina. Não dá para visitar tudo de tão grande e vasta é a região, então escolhemos essa cidade ...
... que é uma gracinha e estava enfeitada para a Copa e as festas juninas.

O centro tem hotéis, pousadas, lojinhas, bares, restaurantes e agências de eco-turismo.

Esse é o bufê do Bode Grill, um dos ótimos lugares para se comer à farta e por bom preço. O melhor? Restaurante Azul, do sofisticado hotel Canto das Águas, um dos pedaços de bom gosto e sofisticação no agreste.

Essa é a lateral do hotel Portal dos Lençóis, uma trilha que leva a cachoeiras e grutas abertas de quatzo rosa e calcáreo.

Esse é o solo em volta das piscinas ao ar livre, pertinho da cidade. São rochas de quartzo rosa, verde e outras cores amalgamadas. "Se essa rua, se essa rua fosse minha, eu mandava, eu mandava ladrilhar, com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes, para meu, para meu amor passar..."

Esses poços naturais circundam parte da cidade (ao fundo) ...

... mas há dezenas de rios com cachoeiras, piscinas e trilhas a se explorar.

Aí é o poço Halley, em uma luz perfeita das 16h30, mais ou menos.

As cores marrons são da água com óxido ferroso e sais minerais. O verde é o reflexo das folhas das árvores. As luzes nas pedras são os raios de sol, uma luz especial que ilumina a Chapada em tons e nuances dos quais a máquina oferece apenas uma pálida idéia.

Na pousada Alto do Cajueiro há uma parede de vidros e o beija-flor não viu. Veio voando, deu uma porrada na vidraça e caiu ao chão. Fizemos um socorro rápido e logo ele se recuperou e voou para a mata.

Esse é um dos cantos com redes da pousada.

E esse um dos muitos lagos de águas frescas e cristalinas.

O mundo plano do agreste se transforma com as ondulações rochosas que emolduram as terras e os céus ...

... com formas e cores. Acima é o morro do Pai Inácio, uma das figuras da região. Foi escravo de confiança do Horácio Matos, o coronel local, até que ficou com sua filha e sua fortuna.

Mais de duzentas grutas foram descobertas e seis são abertas à visitação. Essa é a Lapa Doce ...

... uma vasta gruta com amplos salões que são percorridos em quase uma hora. Há que descer 40 metros para adentrar sua imensidão escura - e depois subir tudo de volta em escadas rústicas. Fiquei três dias na Chapada Diamantina, para conhecer uma pequena parte das suas belezas naturais e de seu povo, hospitaleiro e tranquilo. Agora estou nas praias baianas. Me aguarde...

Um comentário:

Aurélio disse...

Lindos lugares, parabéns! Boas férias!!!