terça-feira, 3 de julho de 2012

Mário Carlos Beni e seu novo livro de turismo

Na segunda-feira à noite teve encontro entre velhos(as) amigo(a)s do turismo, na Livraria da Vila, no Shopping Higienópolis (aquele envolvido em escândalo de corrupção junto à Prefeitura de São Paulo, mas a gente não tem nada a ver com isso). Pelo menos a prefeitura não fechou o shopping antes da nossa festa.


A editora Manole organizou um coquetel para o lançamento do livro organizado por Mário Carlos Beni:
Turismo: Planejamento Estratégico e Capacidade de Gestão. Foi uma reunião com acadêmicos, políticos, amigos, curiosos e o coquetel estava muito bom, nada a ver com aqueles patêzinhos insossos no pão duro, nada disso. Comidinhas leves, gostosas e saudáveis foram servidas com muito vinho branco e por profissionais agradáveis e pacientes.


Parte dos 40 autores(as) na foto: Antonio Carlos Sarti, eu, Mário Beni, Ivane Fávero, ...(não lembro, sorry) e Alexandre Panosso.



Beni sentou-se solenemente na bancada e distribuiu autógrafos, afagos, sorrisos, caras e bocas durante o lançamento.


Beth Wada e Ada Dencker (Universidade Anhembi-Morumbi) derramaram alegrias e olhares pela festa afora.


Marília Ansarah (Unip) e Alexandre Panosso (EACH-USP) se reencontram. Eles organizaram o livro Segmentação do mercado turístico, também pela Manole. Marília e eu organizamos os livros Turismo: como aprender, como ensinar, pela editora Senac São Paulo, além de outros trabalhos juntos pelo ministério da Educação, na USP e em outros cantos do mundo.


Sarti e Claudia, conhecidos de outros carnavais e quaresmas, se refestelaram no reencontro bibliófilo.


Aqui estou com a deputada estadual Célia Leão (PSDB), coordenadora da Frente de Parlamentar de Apoio ao Turismo do legislativo paulista. Conheci Célia em 1989, quando assumi a diretoria de Turismo de Campinas e ela o seu primeiro cargo como veradora, em Campinas, nossa cidade. Eu era do PT e ela do PSDB e a gente se deu muito bem em uma administração que foi bastante emocionante, meio caótica e assaz divertida.


Falando em diversão, aí estão Beni e Luiz Barco. Matemático famoso (tinha uma coluna na revista Superinteressante e escreveu vários artigos), foi meu professor na ECA em 1978 (gente, faz tempo, o parque jurássico estava sendo inaugurado). Barco é titular aposentado da ECA-USP e prima pelo bom humor, ironia e um desprezo olímpico pelas babaquices burocráticas rançosas da academia (com "a" minúsculo, a Academia de verdade é menos fresca). Grande mestre, grande crítico da estupidez humana.



Gerações se sucedem no turismo: Estebán Arias Castañeda, Beni, Panosso e eu. Não estamos em ordem cronológica e nem alfabética, mas na ordem randômica que caracteriza o universo e a universidade.


Então chegou a netinha do Beni, a Eduarda e a festa parou. A garotinha posou bem blasé para as fotos já se acostumando às câmeras e gracejos que as pessoas fazem com crianças fofinhas. O avô, orgulhoso, aproveitou para mostrar os gens, além da produção intelectual.





Karina Rejowski, Mirian Rejowski e Ivane Fávero também conversaram, sorriram e contaram confidências próprias de coquetéis acadêmicos.


Esteban é mexicano (Toluca) e faz complementação de seu doutorado na EACH-UP. Trouxe sua namorada, Elsa, que também estudan no Brasil. Em julho voltam para o México onde serão felizes para sempre, no labirinto cantado por Octávio Paz e sonhado pelo seu xará, Carlos Castañeda (el brujo) que, por sinal, não é seu parente. Panosso está de guia espiritual do Esteban nas árduas trilhas da pesquisa acadêmica e das degustações de líquidos etílicos nacionais e internacionais.


As meninas, já cansadinhas e felizes, refestelaram-se nos sofás da livraria para ver a festa no conforto do "olhar do turista".


Faceiras e felizes no jantar, Marlene Matias e Maria José Giaretta (PUC-SP), ao lado de Panosso.



O livro tem 3 partes, divididas em 29 capítulos, escritos por 40 autores(as) e 594 páginas. Escrevi o prefácio e o capítulo sobre custer de entretenimento. A Manole fez, como sempre, um ótimo acabamento e uma revisão conscenciosa, como poucas e boas editoras fazem no mercado. Assim foi o lançamento, um encontro entre velhos e novos amigos e o prazer de nos encontrarmos nos desvãos e fissuras da vida acadêmica. Pena que nem todos os comentários podem ser publicados e nem todas as pessoas interessantes aqui estão retratadas. Enfim, a semana promete. Até sexta-feira novas farras e comemorações são esperadas. Depois eu conto.


domingo, 1 de julho de 2012

Ponte estaiada, São Paulo


Fazia tempo que queria tirar fotos da ponte estaiada, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. Mas queria fotos do alto, bem alto. Na sexta-feira, pela manhã, as condições ideais se alinharam: dia de sol, lado certo da aeronave, rota rumo sul decolando da cabeceira da 23 de Maio e ...


... a máquina fotográfica na mão. Quando vi, o avião (737 da GOL, rumo à Porto Alegre) apontou a proa para a direção da ponte.


Lá estava ela, formosa, em duplo "X", na imensa coluna de sustentação e nas pistas que se cruzam sobre o rio. No entorno os prédios estilosos que formam o novo skyline da cidade.


Tinha menos de um minuto para tirar as fotos, a velocidade do jato devia estar pelos 400 km por hora. Apontei a câmera e fui disparando.


Devia estar a uns 350 metros de altura e a aeronave inclinada para o lugar certo do meu foco.



Ao fazer a curva para se posicionar rumo ao sul e essa foi a última visão que tive da ponte antes de estabilizar e mergulhar n oazul profundo do céu.


domingo, 24 de junho de 2012

A viagem, segundo meus alunos(a)s


Fotos: Luiz Gonzaga Godoi Trigo
Textos: dos alunos e alunas do primeiro semestre de Lazer e Turismo da EACH-USP, devidamente identificado(a)s.
  
Tenho uma disciplina chamada História da Cultura, do Lazer e do Turismo, ministrada no primeiro semestre de Lazer e Turismo, na EACH-USP. É uma viagem pelo sentido e significado da viagem, desde os primórdios mitológicos, religiosos e filosóficos passando pela arte em geral, literatura e todo tipo de relato relacionado às viagens. 



Nesse semestre corrigi 152 provas, dos períodos vespertino e noturno, e selecionei alguns trechos que acho interessante partilhar para que você veja como quatro meses de delírios e reflexões podem gerar algumas linhas plenas de saber e sabor, espontaneidade e constatações que envolvem a própria trajetória pessoal e os desafios de cada um na vida acadêmica, profissional e na sua existência em geral. Nem todos os trechos interessantes de outras provas aqui estão, o material é vasto e a seleção não foi muito apurada. Mas ficam aqui alguns dos bons pensamentos e sentimentos sobre a viagem e viajantes.

Meus agradecimentos às turmas que pensaram e escreveram coisas descoladas e refletidas sobre o ato de viajar, conhecer o mundo e conhecer a si mesmo. Nem todos aproveitam essas facetas possibilitadas pelos deslocamentos e jornadas afinal, como diz o velho ditado, “não é porque um jumento viaja que ele volta um corcel”.




Acreditando que a poesia é a grande vitamina da alma, fico com os sussurros de Carlos Drummond de Andrade:

‘... Restam outros sistemas fora do solar a colonizar.
Ao acabarem todos,
só resta ao homem (estará equipado?),
a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo.”
 Fernanda Lopes Sortanji


A viagem representa a busca, a consciência de si mesmo no universo. O auto-conhecimento doutrina o olhar que se torna capaz de discernir sobre o mundo que o cerca. Porém o deslocamento não é sinônimo de auto-conhecimento. Para isso é necessário que o indivíduo esteja preparado e disposto a lidar com os ciclopes que poderá encontrar dentro de si. Nem sempre essa disposição existe.”
 Tatiani Ribeiro



“Para mim, um dos significados da viagem é o do auto-conhecimento, o momento que podemos tirar para nos organizarmos interiormente, colocar pensamentos em ordem, como também o momento de conhecer novas pessoas, histórias, lugares e paisagens...”
 Lucas Soares Brito Marques
  

“A viagem é necessária, é vivida, é uma experiência única; ela transforma, dá-nos o poder da possibilidade da metamorfose. ... A viagem é o nosso portal, não místico, mas ainda assim desconhecido e excitante.”
 Pablo Marcelo Pereira



“Contudo, a viagem é tão somente uma busca interminável pelos saberes que nos trazem a realização pessoal, que nos fazem aceitar como somos, agregando a nossa própria história e as experiências que se tornam riquezas no decorrer da trajetória de nossas vidas.”
 Marcelo Cordeiro de Oliveira



“Para se ter uma grande viagem como uma grande experiência, é necessário uma série de atitudes e saberes. A viagem precisa superar a banalidade, os aspectos triviais, estereotipados e convencionais e estruturar-se como uma experiência que nasça de uma riqueza pessoal do viajante em busca de momentos e lugares que enriqueçam sua história. Que seja algo sem retorno, levando ao auto-conhecimento e maior consciência das possibilidades e limitações, vitórias e derrotas. A busca do eu interior desconhecido.”
 Jaqueline Letícia Mesquita Silva

 “Muito além das águas e terras místicas, do imaginário mítico grego, bíblico, romano, italiano, das peregrinações e viagens pelas paisagens, esta matéria está nos fornecendo embasamento para criarmos nossas próprias experiências.”
 Stephannie Aoki Bezerra



“E por termos uma única vida, limitada, é preciso deixar de lado o apego pelo mundo, pela família, e ter a atitude de escolher com discernimento o que é melhor para si. Permita-se vivenciar momentos que mostrarão o que você realmente é, seus valores, defeitos; mesmo que algumas descobertas o assustem, elas são importantes ao serem reveladas.”
 Camila Carvalho Setuval


“No início do curso meu conceito de viagem era diferente, eu acreditava que viajar era somente visitar lugares, descansar e ter prazer. Agora vejo como uma busca pelo auto-conhecimento onde podemos passar por situações e adquirir sabedoria que não teríamos em nossas casas, em nossa zona de conforto.”
 Claudia Sayuri Zamami



“Sou uma viajante rouca, pois gritei a minha liberdade e cá estou eu em busca da voz, da vida, do sentir que já possuo. Mas sou incompreendida. Insatisfeita. Eterna insatisfação. Eu quero sempre mais.”
 Vanessa Souza Fiore

  
“A experiência de você entrar em contato consigo mesmo é muito clara... O prazer meio que some e o medo junto da emoção que com ele vem, aparece de forma que não é colocada para fora, externalizada. É uma espécie de euforia intensa combinada com um turbilhão de emoções internas. É o ser humano realmente entrando em contato consigo, só e desprotegido e, apesar de o medo remeter a um sentimento ruim, o resultado disso é maravilhoso.”
 Gabriela de Mesquita

  
“A viagem é um encontro consigo mesmo, com sua história e suas memórias e para isso é preciso coragem.”
 Giulia Cescatto Berti


quarta-feira, 20 de junho de 2012

INFRAERO - exemplo de incompetência no país

A INFRAERO possui uma história nada edificante neste país, com vários casos de má gestão e maus exemplos pelos aeroportos do país. O aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, chamado Bagulhos pela mídia, é o maior exemplo de descaso e incompetência devido à importância do aeroporto, localizado na maior cidade do continente. Mas há outras mazelas tropicais. Uma delas é o desastre de São Luís, no Maranhão, onde estive recentemente.


Esse é o terminal novo, interditado desde março de 2011 porque o teto ameaçava cair apesar de ser novo.


A foto acima foi tirada em16 de junho de 2012, sábado. A placa que os relapsos da Infraero colocaram promete o término da obra no dia 31 de março. Nem para tirar a placa que mostra o atraso da obra eles servem e os atrasos se sucedem, ninguém sabe exatamente quando o terminal ficará pronto. É a comprovação da incompetência de uma empresa obsoleta. Ainda bem que privatizaram alguns poucos aeroportos no sudeste, espero que as empresas sejam decentes.


Olha o que é o terminal hoje. A Aerotenda. Uma cidade que é uma das portas da Amazônia brasileira tem um arremedo de circo como aeroporto.


Tem placa em inglês (e em português) enrolando os clientes com papos sobre segurança. Se houve problema de segurança para os passageiros foi graças à imprudência e incapacidade oportunista da empresa. Se tivessem planejado e coordenado devidamente a construção, a obra não teria entrado em colapso. Aliás, no dia 3 de abril, já com o teto remendado, uma funcionária da GOL se feriu porque uma das placas de acrílico, (mal) colocadas como remendo do teto, caiu sobre ela.



Dentro da tenda é assim. Apertado, amontoado, de qualquer jeito, parece uma rodoviária pobre de interior. Essa é a área do check in.


Essa é a sala de espera, depois que se entra na área restrita do embarque.


Há pouquíssimas lojinhas e o pessoal da Chilli me disse que as vendas caíram muito depois que saíram do terminal para a tenda. Claro. Que prazer as pessoas têm em esperar o voo numa espelunca improvisada.


Mas as taxas de embarque são descaradamente cobradas.O passageiro tem a obrigação de pagar mas a Infraero não tem a obrigação de oferecer um serviço minimamente decente.


Isso é o que a Infraero entende que pode ser um aeroporto no Brasil. Em 2012. Mas que concepções medíocres de conforto e qualidade...


Por trás da aba da tenda está o páteo das aeronaves. Para embarcar é só atravessar a pista. Para desembarcar, os ônibus pegam os passageiros e deixam num barracão, no outro lado do aeroporto, de onde pegam as malas e embarcam nos carros ou ônibus. Tudo tão precário e desconfortável quanto a área de embarque.


Parece um aeroporto desses países arruinados e perdidos nas franjas da civilização.


Essa é a primeira e última visão que se tem de São Luís para quem chega de avião. Uma cidade histórica, com culturas ricas e complexas, natureza deslumbrante e que sofre a mais de um ano com o descaso da infraero que construiu mal o novo terminal e nunca acaba de reformar a ruína. Há outros aeroportos ruins pelo país (Goiania, Vitória, Guarulhos-SP. Viracopos em Campinas etc.). Infelizmente a infra-estrutura aeroportuária brasileira é medíocre, mas os passageiros, tripulações e empresas de aviação não reclamam como deveriam. Quem sabe um dia as coisas mudam, nada é impossível.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

RTD-6¨na EACH - USP

A 6ª Conferência Internacional sobre Turismo Responsável nos Destinos, RTD-6, acontece de hoje (18) até quarta-feira (21) na EACH-USP. É um evento de médio porte, com participantes de uns vinte países e de vários estados brasileiros e se insere no conjunto de atividades relacionadas à Rio +20.


A Conferência está sendo veiculada e gravada para servir de plataforma de consulta e orientação para os assuntos inerentes ao Turismo Responsável.


Os presidentes do evento, o inglês Harold Goodwin, da Leeds Metropolitan University e Eduardo Sanovicz, da EACH-USP, abriram as atividades às 13h20. Também estiveram presentes o diretor da EACH, Prof. José Boueri, e o prefeito de Itu, Herculano Passos Junior, presidente da Aprecesp (a associação das estâncias paulistas).


Aí estou com o quarteto que trouxe o evento para o Brasil e tornou-o possível: Marcelo Vilela, Mariana Aldrigui, Karina Solha e Cynthia Correa, todos da EACH-USP.



Xavier Font e Harold Goodwin, da leeds University, lideraram um grupo de estrangeiros que se reúne pela sexta vez para discutir sustentabilidade, ética, responsabilidade social e novas tendências para um turismo mais estruturado e descolado.


Teve bastante espaço e tempo para discussões, troca de experiências e conversas informais.



O evento continua nas tardes de terça e quarta-feira.


Apesar das culturas e línguas diferentes todos se entenderam ajudados, claro, pela língua franca universal, o inglês e pela vontade de se compreenderem mutuamente, que é o mais importante.


Alunos e alunas do curso de Lazer e Turismo foram selecionados e orientados para atuar na organização e estão curtindo conhecer gente de todo o país e do mundo. Estudar turismo e receber  pesquisadores e empreendedores da área é uma maneira bem legal de aprofundar os conhecimentos e  se divertir.

domingo, 17 de junho de 2012

São Luís do Maranhão: UFMA e festas juninas

Sexta-feira acordei de madrugada e fui para o aeroporto, rumo a São Luís, Maranhão. Apesar da greve das universidades federais, a Universidade Federal do Maranhão - UFMA, planejara um evento para os alunos de turismo e hotelaria e o manteve. Dei uma palestra sobre Tecnologias de Informação e Comunicação e o turismo.


Cheguei e me levaram ao restaurante Senac. Lá estavam as professoras (es) do curso e o meu velho amigo João dos Santos Filho (segundo da dir. para esq.), da Universidade Estadual de Maringá (PR), um dos dois palestrantes convidados de fora do Maranhão.


No Senac tinha um peixinho bem gostoso, fora os outros bufês de guloseimas.



O evento foi no auditório da UFMA e os alunos(as) organizaram tudo. No hall havia a exposição de painéis, com resultados de algumas pesquisas realizadas.


A foto oficial com os colegas docentes ...


... e as fotos com as alunas e alunos ...


... que participaram so simpósio. Conversei com bastante gente e ganhei um livro com a história das missões jesuítas no Maranhão e no Pará.


O João mediou a minha palestra e de minha parte gostei muito da conversa, do debate e da turma.


Depois do evento acadêmico teve festa popular. É época das festas juninas assombrosas e fantásticas do nordeste brasileiro e no Maranhão tem o bumba-meu-boi (não confundir com o boi bumbá de Parintins-AM) e rola festa por toda a cidade.


As professoras Linda e Thays me levaram na Lagoa, onde vários grupos se apresentam nas noites juninas.


São amplos espaços, com palcos imensos, coloridos, iluminados, decorados.


Os sons e as danças, os detalhes complexos das roupas e ornamentos, ...


...articulam a beleza de uma história contada milhares de vezes e interpretada pelas diversas comunidades, conforme sua sensibilidade e elegancia próprias.


É o que Ariano Suassuna denomina de Brasil Real. A festa na rua é o lugar físico (com suas concepções imaginárias) onde o povo se expressa, sempre de forma ligeiramente diferente, acentuada de acordo com suas idiossicrassias e frescuras.


No entorno do palco restam as barracas com comidas atávicas e saborosas, cerveja gelada, gente de todo tipo andando, olhando, curtindo, vivendo.


É bom de admirar e sentir ...


...de ver as novas gerações persistirem na representação - e vivência - da beleza de seus anscestrais e cuidando da cultura que merece ser mostrada, discutida, reproduzida e transformada ao longo do tempo.