segunda-feira, 28 de março de 2011

Piadas corporativas IV - o mundo diplomático

Essa piadinha é sobre o mundo diplomático e suas sutilezas.


Um ministro de uma república africana visita a Rússia numa viagem oficial.
Depois de uma semana de visita o  russo disse-lhe:

- Espero que tenha desfrutado a estadia no nosso país, mas antes de terminar é costume que pratique o nosso jogo nacional.

- E qual é esse jogo? - pergunta o africano.

- Bem, é a roleta russa, claro!!

- A roleta russa? Não conheço.

- É muito simples: o senhor apenas tem de apontar este revolver à sua cabeça e apertar o gatilho. Há somente uma bala. Tem cinco possibilidades entre seis de sobreviver.

- E qual é a graça, ministro? - pergunta o africano.

- A adrenalina, homem, a adrenalina !!!

O ministro africano engole em seco, mas pensa para si: 'Sou herdeiro de uma tribo de valentes guerreiros e enfrentarei esta prova'.

O homem aperta e... clic! Não se disparou nenhuma bala. Então, respira fundo e diz para o russo:

- Recordo-lhe que dentro de três meses terá que me retribuir a visita.

Três meses depois, o ministro russo passa uma semana na pequena república africana, e no último dia o africano disse-lhe:

- Espero que tenha apreciado a estadia no nosso país, mas antes de terminar a visita é costume que pratique o nosso jogo nacional.

- E qual é esse jogo?

- É a roleta africana, claro!!

- A roleta africana? Não conheço. Como funciona?

Conduzem-no a um aposento onde estão seis mulheres esculturais completamente nuas.

O africano diz ao russo:

- A que você escolher, lhe fará um sexo oral.

- Genial! Isto é magnífico mas... onde está a adrenalina?
pergunta o ministro russo.
O africano sorri e responde:

- Uma delas é canibal!!!
 

sábado, 26 de março de 2011

I Seminário Internacional de Estudos Críticos em Turismo - último dia

O último dia do Seminário na UFRN, em Natal (RN), transcorreu com palestras do Alexandre Panosso (EACH-USP) e Carlos Costa (Universidade de Aveiro) e à tarde discutimos os desafios e questões da pós-graduação em turismo no Brasil e em alguns países do mundo.

Na minha fala, quinta-feira, deixei claro que a área de turismo é inerente às ciências humanas conforme esse documento que transcrevo abaixo:

O núcleo de ensino, pesquisa e extensão do turismo está nas ciências humanas, articulado com as ciências biológicas (problemática ambiental) e com as exatas (implicações econômicas e tecnológicas). No Brasil, o turismo sempre esteve ligado às comunicações, administração e lazer. Pesquisadores das áreas de arquitetura, urbanismo, geografia, meio ambiente, biologia em geral, economia, estatística, medicina, direito, engenharia ou filosofia trabalham temas relacionados ao turismo, porém a vertente epistemológica principal da área sempre esteve alocada em humanidades.
O turismo faz parte de um complexo de serviços altamente qualificados e dotados de alta tecnologia, inserido o contexto de outros serviços como lazer, entretenimento, hospitalidade, gastronomia, eventos, cultura, esportes, varejo, moda e comunicações em geral.
Trigo/Panosso, 2010



Miriam Rejowsky (aposentada da USP, atual Universidade Anhembi-Morumbi) e Carlos Costa deram importantes contribuições ao debate.

Outro ponto que coloquei foram os fatores e tendências que influenciam o turismo, segundo estudos europeus:

I – Fatores externos

Aspectos demográficos
•;Aspectos ambientais;
Tendências macroeconômicas (importância crescente do BRIC);
Fatores políticos – mais impostos, mais demandas sociais; segurança, saúde, imigração;
Cultura

II – Tendências do consumidor


Viagens de experiência
Segurança
Estilo de vida

III – Produtos e Marketing

Tendências MKT; 
IT e comunicações
Transporte; 
Segunda residência


Panosso mostrou algumas excentricidades acadêmicas como o periódico da rejeição universal, você manda um artigo e não se preocupa mais com nada, ois ele será rejeitado mesmo. Consulte o site pelo google e divirta-se com os extremos acadêmicos.


Outro site comentado foi o do prêmio ig-nóbil, uma contraposição ao prêmio Nobel, pois considera as pesquisas mais redundantes, inúteis ou absurdas do mundo. Equivale ao prêmio cinematográfico Framboesa de Ouro, que, em contraposição ao Oscar, premia as piores produções do ano. 


O mestrado em turismo está no prédio conhecido como goiabão (pela cor) e possui esse mural bem colorido  e significativo.

Durante o café muito tempo e espaço para conversas, trocas de idéias e novidades.

Falei também dos preconceitos da nossa área:

Preconceitos

Do mercado - empresários e profissionais nem sempre sabem exatamente os limites e possibilidades do turismo e muitos estudam pouco;

Da academia - há os feudos de informação, as disputas inúteis e as vaidades tolas que atrapalham a pesquisa e a produção científica;

Da sociedade - que demora a entender a necessidade de planejamento, gestão e pesquisa séria nas áreas de serviços;

Dos turistas - que não se preocupam em aprender mais sobre os destinos e  os povos visitados, com a ética e a sustentabilidade.



O importante é que essa moçada se interessou pelos trabalhos e penso que se preocuparam mais ainda com suas dissertações, estudos e necessidades. A turma da graduação em turismo da UFRN deu o maior apoio ao evento, ouviu as discussões e mostrou sua competência e simpatia junto aos participantes.


É bom curtir os momentos acadêmicos de reflexão, crítica e estudo.


Depois almoçamos no restaurante Tábua de Carne, outro grande e delicioso espaço especializado nas carnes, inclusive carne de sol e outras iguarias nordestinas.


Nada como uma boa refeição depois da reflexão, a mente se refestela com as proteínas animais e os sabores regionais.


Tudo isso com a calorosa convivência humana. Aí estou com Rosana e Miriam (em pé), ao lado da Patrícia, uma jovem, inteligente, bem humorada e descolada turismóloga, como tantas outras (e outros) que encontramos na viagem. 


E assim, entre trocas de confidências e casos ...


... e em meio as poses para as fotos e que inundarão a internet, convivemos e aprendemos um pouco mais. Deixo aqui meus agradecimentos à hospitalidade do programa de mestrado em turismo da UFRN, nas pessoas de Rosana Mazzaro e Sérgio Leal.


Sábado, bem cedinho, voltei para Sampa em um voo tranquilo e confortável da TAM.

Semana que vem promete. Amanhã recomeço a publicar as piadas corporativas nesse mesmo espaço virtual.

sexta-feira, 25 de março de 2011

I Seminário Internacional de Estudos Críticos em Turismo em Natal, RN


Estamos em Natal, RN, no seminário organizado pela UFRN, junto a amigos do Brasil e do exterior.


Sérgio Leal foi o organizador executivo do encontro, destinado a discutir maneiras de trabalhar em conjunto os temas relacionados a viagens e turismo, com crítica e profundidade.


Rosana Mazaro é outra das organizadoras e responsável pelo programa de mestrado em Turismo da UFRN. É a terceira vez que vou à Universidade, nas duas primeiras vezes foi para participar de bancas do mestrado.

Entre os convidados internacionais, o mexicano Marcelino Castillo Nechar, que fez uma profunda palestra sobre a epistemologia e o turismo. Marcelino é um antigo companheiro de vários lugares do mundo e do Brasil.


O público foi formado por quase uma centena de mestrandos, graduandos e professores de vários lugares do Brasil.


Me perguntaram no facebook o que exatamente seriam estudos críticos. Acima está uma das lâminas mostradas por Marcelino com uma transparente amostragem do problema.


Marcelino, Patrícia, graduanda de turismo da UFRN e eu, em um momento informal do evento.


Na quinta-feira fomos almoçar no Mangai, um restaurante regional délicioso de Natal. À direita está Carlos Costa, de Portugal, que ano passado nos recebeu em Aveiro, em grande estilo.


É um espaço amplo, iluminado, tropicalmente decorado ...


.. que é referência na cidade e no nordeste.


Poucos restaurantes podem ostentar uma parede com onze placas consecutivas de prêmios gastronômicos, desde 2001 a 2011 arrasando no pedaço.


É um buffet com dezenas de possibilidades em saladas, carnes, peixes, arroz e feijao, sobremesas, molhos, pimentas e sucos de frutas maravilhosos. O restaurante eliminou bebidas alcoólicas do cardápio.


Eu, Mirian Rejowski e Alexandre Panosso, felizes depois do almoço.


Panosso, Patrícia, Irena (da Holanda), Andréa e Sérgio Leal e Marcelino em frente ao restaurante.


Ana Paula Feitosa é doutora em teatro e professora de turismo da UNEB (Universidade Estadual da Bahia). Escreveu um livro intitulado Itália, a interculturalidade no contato de si, um texto antropológico e literário muito interessante e gostoso de ler.


Aqui estou com a turma de graduandos em turismo da UFRN, que ajudaram na estrutura do evento, com eficiência e simpatia. Ralyson, Brenda, Morais, Renato, eu, Katyanne, Natália e Eduardo.


Panosso (EACH USP) mostrou um curto filme onde mostra Félix Tomillo, nosso amigo de Valladolid, Espanha, onde analisam um texto raro de turismo comprado em um sebo da Áustria. Ele está por um ano na Espanha fazendo pós doutorado e curtindo a vida européia.

Hoje, sexta feira, o evento continua com outros temas e atividades. Depois conto mais a respeito, mas aproveito para agradecer a hospitalidade e a amizade com que nos receberam em Natal e cumprimentar pela relevância do evento.

terça-feira, 22 de março de 2011

RIO - the next stage of a wonderful city

O Rio de Janeiro sempre catalizou parte do imaginário internacional ao lado de Hong Kong, San Francisco, Sidney e Cape Town por ser uma cidade emoldurada por uma natureza deslumbrante, compondo águas, terras e matas em um clima luxuriante e com um povo que compete no quesito "festas" com qualquer balada global. E ganha fácil.


Uma das primeiras representações midiáticas da cidade foi o Zé Carioca, personagem da Disney criado em 1942, como personagem brasileiro do filme Alô, amigos. Participou também do filme Os Três cavaleiros, sempre contracenando com o Pato Donald. O personagem, ao lado de outros representando a Argentina e o México, fez parte de um esforço de propaganda de guerra (Segunda Guerra Mundial, 1939-1945) para unir os países latino-americanos aos aliados (Estados Unidos, Rússia, França e Reino Unido), especialmente os EUA. Foi o personagem latino que mais sucesso fez.


Ficou a imagem do José Carioca: simpático, malandro (no tempo em que a malandragem não era bandidagem), folgado, divertido, bem humorado, descolado, de bem com a vida e esperto, muito esperto.
Depois vieram os anos da ditadura, do início do crime organizado e dos problemas sociais alarmantes. O Rio (assim como o Brasil) tornou-se imagem da impunidade, corrupção, criminosos em bandos e violência.
Porém a cidade sempre resistiu à barbárie e ao baixo astral. Valeu o esforço. Escolhida para os dois grandes eventos da década (Copa e Olimpíadas) a cidade tomou os brios e partiu para uma repaginação nacional e internacional. Surge uma nova imagem do Rio, baseada na pacificação dos morros e comunidades antes dominadas pelo tráfico e por milícias corruptas, na super valorização imobiliária, nas obras de modernização e nos novos investimentos, do petróleo aos hotéis, da infra-estrutura ao planejamento urbano ousado e radical. Os filmes Cidade de Deus e Tropa de Elite serviram como uma conscientização madura e impactante das raízes econômicas e sociais de seus problemas.


Em 2011, muitas boas novas surgiram apesar do trágico desastre ambiental na serra, em janeiro, que custou quase mil mortos. A Prefeitura mostrou à mídia um novo centro de controle de crise, informatizado e integrado. Barack Obama trouxe a família toda para uma visita mais do que simpática e francamente destinada a turbinar o turismo local. "Thank´s Obama, you´re the guy". Mas a cereja alucinógena do bolo é, mais uma vez, um filme com pássaros. No dia 15 de abril estréia no mundo o filme Rio, produzido pela mesma equipe de A era do gelo. Entre no site e sinta o astral: http://www.rio-themovie.com/

Repare nas treze bandeirinhas na parte de baixo da página. Em cada uma delas há pedaços diferentes do trailer, algumas vezes na língua do país escolhido. O site brasileiro tem um samba maneiro mas o forte são as paisagens naturais e urbanas retratadas e trabalhadas. O Rio como nós queremos: sem estereótipos, bonito, com suas manias e suscetibilidades que formam nossa cultura, meio louco, meio místico, forte e sensual, quente, todo alto astral.



Surge uma nova imagem global de uma cidade cidade clássica e exuberante.


Esse é um dos cartazes oficiais do filme, uma mídia que ajudará a mudar - para melhor - a imagem do Rio e, indiretamente, do Brasil.


Tucanos, araras, papagaios e outros pássaros formam o elenco. Ontem a praia de Copacabana foi surpreendida com a projeção de parte do filme na fachada do Hotel Copacabana Palace em um lance descoladíssimo de marketing.


Ao lado de outras marcas "Brasil" como a Copa, as Olimpíadas, os logos da cidade e do país, a marca do filme começa a envolver a sociedade e o mercado, sintoma de sucesso garantido. Veja a publicidade da Peugeot incorporando a arara azul, personagem principal do filme. Os franceses já perceberam a bola da vez.

Toda essa natureza debruçada sobre o mar e sob um céu tropical...


... possui uma cultura profunda e um passado charmoso, cheio de histórias e piadas, lutas e conquistas ...


... e um futuro que depende de nossa capacidade de construí-lo. O Rio se re-encontrou, se re-inventou, se re-modelou e aparece como um destino ao mesmo tempo esportivo, cultural, festivo, clássico e inédito, enquanto experiência diversificada e excitante. Esse processo de mudança da imagem carioca prosseguirá pelos próximos anos e como paulista feliz e bem resolvido que sou resta torcer muito para que a cidade brilhe cada vez mais, afinal ter um paraíso para curtir, a pouco mais de meia hora de voo, é um luxo que todo paulista (e mineiro, e paranaense, e capixaba...) merece. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

O livro da hospitalidade

São 1.437 páginas, muito bem traduzidas do francês por Marcos Bagno e Lea Zylberlicht, caprichosamente publicados pela editora Senac São Paulo (2011). Uma obra de fôlego, decisiva e deliciosa de ler.


É O livro da hospitalidade - Acolhida do estrangeiro na história e nas culturas, organizado pelo francês Alain Montandon. A apresentação à edição brasileira é do professor Luiz Octávio de Lima Camargo, da EACH-USP e da Universidade Anhembi-Morumbi. O livro tem quatro grandes eixos:

- A hospitalidade na história segundo as diferentes culturas;


- Os lugares tradicionais ou imaginários da hospitalidade: do castelo medieval ao hospital; do jardim à igreja;


- A hospitalidade na arte, nas representações míticas e simbólicas ou de hospitalidade: Anfitrião, Marte ou Dom Juan, o fantasma ou o vampiro;


- As grandes noções de hospitalidade e as diferentes práticas da acolhida: exílio, imigração, exclusão, visita, riso. 

Mais de 70 colaboradores, franceses e de outras nacionalidades, participaram de sua elaboração e a obra traz três índices: temático, onomástico e das obras citadas no texto.



Um trecho:

"Tudo começa naquela soleira, naquela porta à qual se bate e que vai se abrir para um rosto desconhecido, estranho. Limite entre dois mundos, entre o exterior e o interior, o dentro e o fora, a soleira é etapa decisiva semelhante a uma iniciação. É a linha de demarcação de uma intrusão, pois a hospitalidade é intrusiva, ela comporta, querendo ou não, uma face de violência, de ruptura, de transgressão, até mesmo de hostilidade que Derrida chama de ' pós-hospitalidade'. A soleira marca uma fronteira, uma passagem, e sua transposição implica tacitamente, para o convidado, a aceitação das regras do outro. A invasão do domínio do outro é um problema ao mesmo tempo de proxêmica e de propriedade." (p. 32, prefácio de Alain Montandon).



Prepare um bom espaço na sua estante para acomodar um clássico contemporâneo (a obra original é de 2004) com suas definições, civilizações, lugares, instituições, espaços simbólicos, mitos, figuras, representações, figuras da inospitalidade, arte e literatura, filosofia, política e sociedade. Tudo sobre a hospitalidade e suas consequências e relações. 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Piadas corporativas - a vez dos consultores e estagiários

Hoje temos duas histórias. A primeira recuperei de memória de uma história que recebi a bastante tempo pela internet. A segunda foi enviada por um aluno que também gosta de cases corporativos e sofreu como estagiário.


Um homem dirigia por um campo, no interior da Escócia, e de repente defrontou-se com um imenso rebanho de ovelhas que ocupava toda a estrada, pastoreado por um homem rude e sério.Vou me divertir com o cara, pensou:


- E aí, tudo bem? 

- Tudo certo, senhor. 

- Me diga uma coisa, você sabe exatamente quantas ovelhas há no seu rebanho?

- Sei sim, senhor.

- Então vamos fazer uma aposta? Se eu acertar o numero exato de ovelhas você me dá uma?

O pastor olhou, pensou e disse: - Dou sim, senhor.

O homem abriu a porta traseira da SUV, tirou um pequeno computador, conectou-o à Internet, acessou o satélite, escaneou terreno, filtrou a cena usando detector de calor e o programa contou os pontos luminosos do campo tirando as formas dos dois homens.

- O senhor tem um rebanho de 478 ovelhas!

- Errou por uma, mas mesmo assim pode levar umaovelha.

O homem pegou o animal e colocou-o na SUV.

- Agora, doutor, se eu acertar a sua profissão, o senhor de devolve a ovelha?

- Mas, claro, qual é a minha profissão?

- Consultor.

- Nossa, acertou na primeira. Mas como adivinhou?

- Primeiro que o senhor tava perdido no campo; chegou aqui sem ser chamado por ninguém; me ofereceu um serviço que eu não precisava para me informar o que eu já sabia; e finalmente, o bicho que o senhor levou não é uma ovelha, é meu cachorro labrador...




Havia certa vez um homem navegando com o seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, então grande foi à surpresa quando encontrou um rapaz… Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de uns 10 metros, ele gritou:

- Hei, você aí, onde eu estou?
Então o jovem respondeu:
- Você está num balão a mais ou menos 10 metros de altura!
Então o homem fez outra pergunta:
- Você é estagiário, não é?
O rapaz respondeu:
- Sim, puxa! Como senhor adivinhou?
E o homem respondeu:
- É simples, você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada..
Então o estagiário perguntou:
- O senhor é chefe no seu trabalho, não é?
E o homem:
- Sou… Como você adivinhou ?
- Simples: O senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no estagiário!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Piadas corporativas III - Marketing sexual

Essas definições exemplificadas de marketing, baseadas nas complexidades do relacionamento humano, ficaram famosas na Internet e são encontradas em vários sites. Pode ser adaptado para mulheres e minorias sexuais, ou seja, atende todos os nichos de mercado.





O QUE É MARKETING? 



 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. Você chega pra ela e diz:
 - "Oi, sou muito bom de cama. Está interessada?"
 Isso é Marketing Direto. 


 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. Você dá um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
 - "Oi, meu amigo ali é muito bom de cama. Está interessada?"
 Isso é Propaganda. 

 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. De  alguma maneira você descobre o telefone dela. Você telefona, bate 
um papinho e diz:
 - "Oi, sou muito bom de cama. Está interessada?"
 Isso é Telemarketing. 

 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. Você chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, dá o 
melhor sorriso e começa a conversar. É super educado, anda com
 charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
 - "Sou muito bom de cama também. Está interessada?"
 Isso é Campanha de Marketing. 

 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. Você a reconhece, vai até ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
 - "Continuo bom de cama. Está interessada?"
 Isso é Manutenção de Clientes. 

 Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da 
sala. ELA VEM  ATÉ VOCÊ e diz:
 - "Oi, ouvi dizer que você é muito bom de cama. Está interessado?"
 Isso é o poder da MARCA!!! 


E você, em qual categoria se insere?